a OBSERVATÓRIO DA PAX

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Declaração da Pax Christi Internacional sobre a escalada da situação na Ucrânia



 A crise na Ucrânia – Dar uma oportunidade à paz
23 de fevereiro de 2022


A Pax Christi Internacional, um movimento global de paz baseado na fé, segue com grande preocupação os atuais desenvolvimentos perigosos na Ucrânia. A decisão da Rússia de reconhecer oficialmente a República Popular de Donetsk e a República Popular de Luhansk no leste da Ucrânia como estados independentes, e o envio das chamadas “operações de manutenção da paz”, aumenta a perspetiva de guerra entre Rússia, Ucrânia, e os EUA e seus aliados da NATO com potenciais consequências catastróficas para o mundo.

A guerra na Ucrânia levará a um imenso sofrimento para o povo da Ucrânia com milhares de mortes, refugiados, o desaparecimento do potencial de gerações de jovens e crianças, e a destruição com efeitos duradouros na economia do país e na paz global. Igualmente o impacto do uso de armas no meio ambiente será enorme e devastador. Do lado russo, haverá muitas baixas entre os soldados, muitas vezes jovens recrutas, que são atraídos para as ações de guerra.

Ao enviar as suas tropas para um território que declarou unilateralmente ser um “terceiro” estado, a Rússia violou flagrantemente a integridade territorial e a soberania da Ucrânia em aberta contradição com os tratados que ela própria assinou e a Carta das Nações Unidas.

Desde 2014, a Rússia tem alimentado agitação, rebelião, separatismo e anexação com o objetivo de desestabilizar um Estado vizinho independente, cuja própria existência ela agora põe abertamente em questão.

A Pax Christi Internacional deplora este estado de coisas que vai contra os princípios e os valores das Nações Unidas – onde a Rússia tem assento permanente no Conselho de Segurança – e também do Conselho da Europa e da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

A Pax Christi Internacional apoia a mensagem do Secretário-Geral da ONU, que insta todos os atores envolvidos a concertar os seus esforços em “garantir a cessação imediata das hostilidades, proteção de civis e infraestrutura civil, prevenir quaisquer ações e declarações que possam aumentar ainda mais a situação perigosa dentro e ao redor da Ucrânia e priorizar a diplomacia para abordar todas as questões pacificamente”.

A diplomacia é a única saída se quisermos preservar a paz. 

A Pax Christi International apela às Nações Unidas, à Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e ao Conselho da Europa para se tornarem os fóruns onde uma solução pacífica para a crise pode e deve ser encontrada.

A Pax Christi apela às nações do mundo que reconheçam a responsabilidade e a autoridade do Conselho de Segurança da ONU face às violações do direito internacional.

A Pax Christi Internacional pede: 

  • A retirada de quaisquer tropas russas do território ucraniano; 
  • O pleno reconhecimento das fronteiras internacionais da Ucrânia como garantido pela Declaração de Helsínquia (1975), a Carta de Paris (1990) e o Tratado de Budapeste (1994);
  • A implementação do acordo de Minsk e o acesso dos monitores da OSCE do Acordo;
  • Ao governo da Federação Russa para que deixe que as aspirações de paz do seu povo sejam ouvidas em público e para deixar de dar ao mundo uma imagem injusta de um país unido para a guerra atrás dos seus líderes.

A Pax Christi Internacional recorda à NATO e à União Europeia a sua responsabilidade abrangente pela manutenção da paz no território europeu, promovendo políticas de paz ativas que incluam diálogo, mediação, a audição de queixas e a adoção de medidas de dissuasão, desde a retirada das tropas até ao reconhecimento da dignidade e identidade da nação ucraniana.

Como organização baseada na fé, a Pax Christi International apela a todos os líderes religiosos para que promovam a oração, a não-violência e o diálogo, e tomem uma posição pública a favor de meios pacíficos de resolução de conflitos.

Apela igualmente aos seus membros para que encorajem ativamente os seus líderes políticos a promoverem igualmente uma resolução pacífica deste conflito, utilizando todos os meios legítimos à sua disposição.

A Pax Christi Internacional também expressa a sua mais profunda solidariedade com o povo da Ucrânia. Oramos por todos os que vivem com o medo terrível do que o futuro possa trazer e também oramos por aqueles corajosos pacificadores na Ucrânia e na Rússia que trabalham por mudanças positivas de forma não-violenta. O povo da Ucrânia tem o direito de viver em liberdade e em paz que lhes permita participar no desenvolvimento do seu país.

Em comunhão com o Papa Francisco, a Pax Christi Internacional recorda a mensagem dos seus predecessores que em movimentos semelhantes de ameaça à paz no passado, afirmaram que “nada se perde com a paz, tudo pode ser perdido com a guerra.”

Não deixem que a implacável mecânica da guerra prevaleça sobre a paciente busca pela paz. Ainda é tempo de dar à paz a oportunidade que ela merece. É um dom de Deus, ninguém pode descartá-lo levianamente!

Versão original, em inglês, da declaração em PDF

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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Pax Christi International lança "A Europa que queremos", um manifesto sobre as eleições de Maio do Parlamento Europeu

Manifesto Europeu: “A Europa que queremos”
3 de abril de 2019

Por ocasião da eleição dos membros do Parlamento Europeu (23-26 de maio de 2019), a Pax Christi International e vários dos seus membros nacionais publicam o seguinte manifesto que encoraja os candidatos e cidadãos a escolher um projeto europeu renovado baseado na solidariedade, na fraternidade e na paz.

I. A Europa em que acreditamos

1. A “Europa” é um projeto de paz único que existe há mais de 70 anos. Quando começou após a Segunda Guerra Mundial, o “projeto europeu” foi construído sobre dois pilares paralelos: um era o controlo conjunto dos recursos de guerra, nomeadamente através da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1951); a outra era a promoção e proteção dos direitos humanos como um meio significativo para prevenir a guerra entre nações europeias, através da criação do Conselho da Europa (1949). Em seguida, foram estabelecidas a Convenção Europeia dos Direitos do Homem (1950) e o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (1959).

2. Desde então, foram desenvolvidas metodologias para a cooperação europeia, trazendo paz e prosperidade de modo inigualável a todo o nosso continente. A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço de 6 expandiu-se para uma União Europeia de 28 e os países que estão vinculados pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos são hoje 47. Todos os europeus partilham os mesmos direitos e liberdades fundamentais, a paz foi amplamente mantida em todo o continente, e declarar a guerra contra outro Estado europeu é agora simplesmente impensável. Além disso, contribuições cruciais foram feitas para a resolução de conflitos e a construção da paz noutros continentes.

3. Mas estas conquistas não acontecem sem falhas: a prosperidade não é partilhada de modo igual, os direitos humanos ainda são violados e a solidariedade é desafiada. Durante os 70 anos de paz, os conflitos armados reapareceram no continente europeu e a corrida armamentista que tinha sido revertida após o colapso da União Soviética recomeçou, com vários países europeus a desempenhar um grande papel nela como produtores e comerciantes de armas sofisticadas. As exportações de armas dos Estados-Membros da UE representam cerca de um quarto do total das exportações mundiais, causando devastação em todo o mundo.

4. O afluxo de imigrantes provocou apreensão e medo nas sociedades europeias. Sentimentos de insegurança minaram a confiança que as pessoas tinham na Europa como um projeto de paz e segurança. Alguns cidadãos prefeririam que a Europa erguesse muros como forma de bloquear esse afluxo; associam os imigrantes ao terror e ao possível desaparecimento da sua identidade, cultura e valores tradicionais. Políticos com programas nacionalistas e populistas rejeitam a ideia de diversidade e cooperação europeia, em vez de permanecerem abertos e tolerantes e de enfrentar os desafios europeus de forma conjunta, como é necessário.

5. Nós, as organizações da Pax Christi ligadas ao movimento de paz católico em toda a Europa, reiteramos a nossa fé no projeto europeu:

Sim, a “Europa” ainda é muito necessária para alcançar os objetivos de paz, prosperidade e sustentabilidade num mundo abalado por desigualdades, conflitos, mudanças climáticas catastróficas e desequilíbrios geopolíticos;

Sim, a “Europa” deve permanecer um farol de esperança e humanidade para todos os que foram despojados da sua dignidade e direito a condições de vida dignas, e

Sim, a “Europa” tem os recursos e a coragem para se adaptar a um mundo em mudança sem renegar os seus valores fundamentais, como o respeito pela dignidade humana, a democracia e os direitos humanos.

6. Por conseguinte, acreditamos que estes princípios fundamentais devem ser novamente colocados no âmago do projeto europeu e que as próximas eleições do Parlamento Europeu, a realizar em 23-26 de Maio de 2019 nos Estados-Membros da EU, constituem o momento certo para todos aqueles que acreditam numa Europa unida se mobilizarem para a apoiar.

7. Instamos os nossos membros e concidadãos europeus a terem uma visão crítica dos programas e manifestos dos partidos políticos europeus e candidatos individuais às eleições para o Parlamento Europeu, com vista a escolher aqueles que apoiam a Europa como um projeto de paz. A vossa voz será crucial, uma vez que as eleições para o Parlamento Europeu de 2019 serão disputadas sobre questões muito importantes da Europa e poderão constituir a eleição mais decisiva até agora sobre o futuro da Europa.

II. A Europa como um projeto de paz

8. A Europa tem a força, a experiência e os recursos para desempenhar um papel ativo, forte e construtivo nas questões mundiais. É um parceiro económico de confiança, possui uma moeda sólida e possui legislação social modelar e diplomatas hábeis que podem liderar a população através das mudanças necessárias para um mundo sustentável. O nosso movimento está convencido de que estas capacidades permitem alcançar as metas de bem-estar, prosperidade e segurança sem significativos esforços militares. Em vez de estar a gastar enormes quantias num recém-criado “Fundo Europeu de Defesa”, a UE deveria investir os seus recursos em:

i. Integrar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU em todas as políticas internas e externas e torná-los numa estratégia abrangente.

ii. Manter o aumento da temperatura da Terra abaixo de 1,5° C através de políticas de limitação corajosas e socialmente responsáveis dentro das fronteiras da Europa, bem como nos países pobres e em desenvolvimento que estão igualmente expostos às mudanças climáticas, em conformidade com o Acordo de Paris sobre o clima.

iii. Desenvolver uma cultura de paz e não-violência em áreas dominadas por conflitos promovendo o desenvolvimento económico, social e sustentável, iniciativas de justiça e construção da paz, e ações de formação e educação para a paz.

iv. Promover e garantir o desarmamento nuclear, incluindo a assinatura e ratificação, por parte dos Estados europeus, do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, que foi adotado na ONU.

v. Garantir que os Estados adiram rigorosamente ao Tratado de Comércio de Armas. A UE precisa de reforçar ainda mais os critérios europeus para as exportações de armas, sendo necessária maior transparência e obrigação de apresentação de relatórios uniformes para os Estados, nomeadamente através da responsabilização pelas exportações impugnadas.

vi. Participar de forma ativa e construtiva nas negociações para um forte Tratado das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos que possa fazer justiça às vítimas de violações dos direitos humanos, incluindo através da criação de provedores de justiça europeus.

III. A Europa como um farol de justiça

9. No espírito da Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948), foram estabelecidos a Convenção Europeia dos Direitos do Homem (1950) e o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (1959); eles devem ser salvaguardados a todo o custo. Inspiraram outros mecanismos a nível internacional e foram complementados na UE pela Carta dos Direitos Fundamentais (2000), pelas disposições em matéria de direitos humanos no Tratado de Lisboa (2009) e pela jurisprudência do Tribunal de Justiça Europeia (desde 1952). Nestes tempos, em que os direitos humanos e os seus defensores estão sob pressão, a UE deve fazer mais para os apoiar:

i. Confirmando inequivocamente a sua concordância com a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, retomando os procedimentos de adesão à mesma.

ii. Reforçando as capacidades da Agência dos Direitos Fundamentais da UE para aumentar a sensibilização para a Carta dos Direitos Fundamentais da UE e outros instrumentos em matéria de direitos humanos, e para monitorizar o seu cumprimento na Europa através de trabalho político e de investigação.

iii. Aperfeiçoando a proteção mundial dos defensores dos direitos humanos, em conformidade com a Declaração das Nações Unidas sobre os Defensores dos Direitos Humanos (1998), as Diretrizes da UE sobre os Defensores dos Direitos Humanos (2008) e a recomendação do Conselho da Europa sobre a necessidade de reforçar o espaço da sociedade civil (2018).

iv. Regulamentando as atividades de lobbying no seio das instituições da UE e nos Estados-Membros, em conformidade com a recomendação do Conselho da Europa em matéria de lobbying no contexto do processo público de decisão (2017).

v. Promovendo um sistema mais forte para lidar com a legislação restritiva sobre as ONG, tanto dentro como fora da Europa, e pronunciando-se contra tais práticas, com o fim de apoiar a sociedade civil.

IV. A Europa como terra de humanidade

10. Em 1950, a ambição da unidade europeia era garantir a paz através da prosperidade partilhada, dentro e fora das suas fronteiras. A migração intercontinental hoje é uma realidade que requer uma resposta coletiva europeia baseada na solidariedade, no respeito pelos direitos humanos e na justiça, e políticas efetivas de integração socioeconómica. Os Estados-Membros da UE devem reforçar a sua cooperação em matéria de migrações com o fim de:

i. Renegociar a regulamentação de Dublin com o objetivo de tornar os processos de pedidos de asilo mais justos e rápidos, com pleno respeito pelos direitos e pelo melhor interesse das crianças e com especial atenção para os menores não acompanhados.

ii. Implementar ativamente o Pacto Global das Nações Unidas para uma Migração Segura, Ordenada e Regular, que foi adotado em Marraquexe (Marrocos) em 10 de dezembro de 2018 como um quadro de referência importante para a cooperação internacional.

iii. Adotar legislação sobre "vistos humanitários", dada a necessidade de per-cursos legais e seguros para a Europa para os civis que fogem da guerra e das zonas de conflito.

iv. Resistir à criminalização de atos de solidariedade por parte da sociedade civil e desafiar medidas questionáveis para restringir o acesso à proteção social por parte de refugiados, requerentes de asilo e migrantes.

v. Adotar legislação e práticas que permitam aos refugiados, requerentes de asilo e migrantes estabelecerem-se, adaptarem-se e enriquecerem as próprias sociedades que lhes proporcionam abrigo, em conformidade com os valores e normas dos países de acolhimento, conforme estabelecido pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos e outros instrumentos de direitos humanos.

V. A Europa como continente com futuro

11. A Europa é um projeto para os seus cidadãos e para todos os que nela vi-vem. Deve oferecer oportunidades para suas crianças e jovens através de políticas educativas, vocacionais e laborais apropriadas, que incluam aprender a viver em paz, a respeitar o pluralismo e a fazer da diversidade uma vantagem numa sociedade multicultural. Isto inclui oportunidades de intercâmbio e de aprendizagem com crianças e jovens de outros continentes para aumentar a compreensão intercultural. A Europa deve continuar os seus investimentos nas presentes e futuras gerações mediante:

i. Gastar mais fundos em projetos de intercâmbio internacional, como o “Erasmus +”, para jovens europeus estudarem, formarem-se ou aprenderem no estrangeiro, em consonância com a proposta da Comissão Europeia para duplicar as dotações com o próximo orçamento da UE e, especialmente, na educação e formação para a paz e a não-violência.

ii. Adotar políticas e ações que promovam a educação para os direitos humanos e a democracia, compreensão mútua, tolerância e respeito pela diversidade, utilizando os resultados e lições aprendidas pelo Conselho da Europa.

iii. Investir em proteger e tornar acessível a todos, especialmente às jovens gerações, a sua herança cultural como meio de compreender a natureza múltipla das suas raízes históricas, culturais e espirituais.

VI. A Europa em que acreditamos e pela qual trabalhamos

12. “A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-á por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto.” Estas palavras de Robert Schuman ainda são verdadeiras quase 70 anos depois de terem sido pronunciadas (9 de maio de 1950). A Europa ainda está incompleta e permanecem muitos desafios, mas as suas conquistas são imensas. Seria tolice não as reconhecer. No entanto, não podemos aceitar que um projeto tão generoso – paz, solidariedade, participação – seja interrompido por causa do medo: medo do futuro desconhecido, medo da diversidade da humanidade que bate à nossa porta, medo de um desastre ecológico iminente.

13. Acreditamos que a Europa é a única resposta aos imensos desafios dentro das nossas fronteiras e fora delas. Mais do que nunca, o futuro da Europa está em jogo. Enquanto populistas e nacionalistas estão a fazer ouvir a sua voz no período que antecede as eleições para o Parlamento Europeu, vamos agir e convencer as pessoas a participarem nas eleições e apoiarem a Europa que queremos: uma Europa pacífica, fraterna e voltada para um futuro para todas as mulheres e todos os homens de boa vontade.


- O manifesto está disponível em PDF aqui.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Cáritas lança campanha de inverno a favor dos refugiados | Cáritas Portuguesa

Os refugiados e as populações mais vulneráveis estão a enfrentar condições inumanas resultantes da vaga de frio que assola a Europa. As imagens que têm chegado às nossas casas falam por si. Não podemos ficar indiferentes, sob pena de estas pessoas que fugiram à morte, por causa da guerra, virem a sucumbir pela inclemência do tempo.

Impulsionados pela generosa solidariedade a que já nos habituou o nosso povo, a Cáritas Portuguesa lança uma campanha nacional para apoiar as populações mais vulneráveis e refugiados que se encontram no Leste e Sul da Europa.

Quem quiser colaborar poderá fazê-lo, através da conta "Levo calor aos refugiados", com o
IBAN PT50 0033 0000 0109004015012 do Millenium BCP ou através da entidade/referência 22222/222 222 222 nas redes de Multibanco, até 31 do corrente mês. (Mais ...)

Cáritas Portuguesa

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domingo, 30 de outubro de 2016

UE: Bispos católicos recordam os 119 milhões de europeus em risco de pobreza e exclusão social | Agência ECCLESIA

Bruxelas, 28 out 2016 (Ecclesia) - A Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE), da qual Portugal faz parte, concluiu hoje a sua assembleia plenária com um alerta a favor dos “mais pobres” do Velho Continente.

Nas conclusões do encontro, enviadas à Agência ECCLESIA, aquele organismo salienta que cerca de “119 milhões de europeus, quase um quarto da população no território, vivem hoje com o risco da pobreza e da exclusão social”. (Mais ...)

Agência ECCLESIA

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Lisboa acolhe encontro dos Conselhos Nacionais das Igrejas da Europa

A cidade de Lisboa vai acolher pela primeira vez a reunião dos Conselhos Nacionais das Igrejas da Europa, entre os dias 31 de Maio e 3 de Junho, na Catedral da Igreja Lusitana – Comunhão Anglicana, à Rua das Janelas Verdes.

O encontro anual é promovido pela CEC – Conferência das Igrejas da Europa (www.ceceurope.org) uma comunhão de 114 Igrejas Ortodoxas, Protestantes, Anglicanas e Velho Católicas de toda a Europa, incluindo 40 Conselhos Nacionais de Igrejas e Organizações.

No evento estarão representados os Conselhos Nacionais, entre os quais o COPIC – Conselho Português de Igrejas Cristãs (www.copic.pt), que integra as Igrejas Metodista, Presbiteriana, Lusitana (Comunhão Anglicana) e recentemente a Igreja Evangélica Luterana Alemã do Porto.

O programa contempla tempo de partilha, experiências e visões acerca do que está a acontecer em cada Pais, sob a coordenação do Secretário-geral da CEC, Reverendo Heikki Huttunen, uma reflexão sobre a Comissão para os Migrantes na Europa, pelo Rev Aldredo Abad Heras, uma apresentação sobre “Características e Tendências da Religião em Portugal” pela Professora Helena Vilaça, uma intervenção sobre “A Comissão da Liberdade Religiosa” pelo Dr. Fernando Loja, uma apresentação sobre “Migração e Refugiados” pelo Sr. Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente e uma intervenção sobre “Rede Europeia sobre o Ambiente” pelo Rev. Dr. Peter Pavlovic.

A convite do Cardeal Patriarca de Lisboa, os participantes vão visitar o Mosteiro de S. Vicente de Fora e conhecer alguns locais históricos da cidade.

Pela sua novidade o Encontro certamente despoletará novos desenvolvimentos ecuménicos no âmbito dos temas abordados. O Ecumenismo em Portugal sairá revigorado.

27 de Maio de 2016


Para informações atualizadas sobre o encontro:
www.facebook.com/copicconselho.cristas
www.facebook.com/ceceurope


COPIC - Conselho Português de Igrejas Cristãs

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sábado, 16 de abril de 2016

Visita a Lesbos: Declaração conjunta

DECLARAÇÃO CONJUNTA
DE SUA SANTIDADE BARTOLOMEU I,
PATRIARCA ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA,
DE SUA BEATITUDE HIERONYMOS, ARCEBISPO DE ATENAS E DE TODA A GRÉCIA
E DO PAPA FRANCISCO


Nós, Papa Francisco, Patriarca Ecuménico Bartolomeu e Arcebispo Hieronymos de Atenas e de toda a Grécia, reunimo-nos na Ilha grega de Lesbos para manifestar a nossa profunda preocupação pela situação trágica de numerosos refugiados, migrantes e requerentes asilo que têm chegado à Europa fugindo de situações de conflito e, em muitos casos, ameaças diárias à sua sobrevivência. A opinião mundial não pode ignorar a crise humanitária colossal, criada pelo incremento de violência e conflitos armados, a perseguição e deslocamento de minorias religiosas e étnicas e o desenraizamento de famílias dos seus lares, violando a sua dignidade humana, os seus direitos humanos fundamentais e liberdades.

A tragédia da migração e deslocamento forçados afeta milhões de pessoas e é, fundamentalmente, uma crise da humanidade, clamando por uma resposta feita de solidariedade, compaixão, generosidade e um compromisso económico imediato e prático. Daqui, de Lesbos, fazemos apelo à comunidade internacional para responder com coragem a esta maciça crise humanitária e às causas que lhe estão subjacentes, por meio de iniciativas diplomáticas, políticas e caritativas e através de esforços de cooperação simultaneamente no Médio Oriente e na Europa.

Como líderes das nossas respetivas Igrejas, estamos unidos no nosso desejo de paz e na nossa disponibilidade para promover a resolução de conflitos através do diálogo e da reconciliação. Enquanto reconhecemos os esforços que já se vão fazendo para fornecer ajuda e assistência aos refugiados, migrantes e requerentes asilo, apelamos a todos os líderes políticos para que usem todos os meios possíveis a fim de garantir que os indivíduos e as comunidades, incluindo os cristãos, permaneçam nos seus países de origem e gozem do direito fundamental de viver em paz e segurança. Há necessidade urgente de um consenso internacional mais amplo e um programa de assistência para sustentar o Estado de direito, defender os direitos humanos fundamentais nesta situação insustentável, proteger minorias, combater o tráfico humano e o contrabando, eliminar rotas inseguras como as do Egeu e de todo o Mediterrâneo, e desenvolver procedimentos seguros de reinstalação. Deste modo seremos capazes de ajudar os países diretamente envolvidos na resposta às necessidades de inúmeros irmãos e irmãs nossos que sofrem. De modo particular, afirmamos a nossa solidariedade ao povo da Grécia que, não obstante as suas próprias dificuldades econômicas, tem respondido generosamente a esta crise.

Juntos, solenemente, imploramos o fim da guerra e da violência no Médio Oriente, uma paz justa e duradoura e o regresso honroso daqueles que foram forçados a abandonar as suas casas. Pedimos às comunidades religiosas que aumentem os seus esforços para receber, assistir e proteger os refugiados de todas as crenças, e que os serviços religiosos e civis de assistência se empenhem por coordenar os seus esforços. Enquanto perdurar a necessidade, pedimos a todos os países que alarguem o asilo temporário, ofereçam o estatuto de refugiado a quantos se apresentarem idóneos, ampliem os seus esforços de socorro e colaborem com todos os homens e mulheres de boa vontade para um rápido fim dos conflitos em curso.

Hoje, a Europa enfrenta uma das suas crises humanitárias mais sérias desde o fim da II Guerra Mundial. Para vencer este grave desafio, fazemos apelo a todos os seguidores de Cristo para que tenham em mente as palavras do Senhor, segundo as quais seremos um dia julgados: «Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. (…) Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 35-36.40).

Da nossa parte, em obediência à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, estamos firme e sinceramente decididos a intensificar os nossos esforços para promover a plena unidade de todos os cristãos. Reafirmamos a nossa convicção de que «a reconciliação [entre os cristãos] envolve a promoção da justiça social dentro e entre todos os povos (...). Juntos, faremos a nossa parte para oferecer aos migrantes, refugiados e requerentes asilo uma receção humana na Europa» (Charta œcumenica, 2001). O nosso objetivo, ao defender os direitos humanos fundamentais dos refugiados, requerentes asilo e migrantes e de tantas pessoas marginalizadas nas nossas sociedades, é cumprir a missão de serviço das Igrejas ao mundo.

O nosso encontro de hoje pretende dar coragem e esperança a quantos procuram refúgio e a todos aqueles que os acolhem e assistem. Instamos a comunidade internacional a fazer da proteção das vidas humanas uma prioridade e a apoiar, em todos os níveis, políticas inclusivas que se estendam a todas as comunidades religiosas. A terrível situação de todas as pessoas afetadas pela atual crise humanitária, incluindo muitos dos nossos irmãos e irmãs cristãos, clama pela nossa oração constante.

Lesbos, 16 de abril de 2016.

Hieronymos II | Francisco | Bartolomeu I

Vatican.va

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Cardinal Marx: ‘Europe is a project of reconciliation, not of division’ | COMECE

Cardinal Marx : ‘Europe is a project of reconciliation, not of division’Statement of the President of the Commission of the Bishops' Conferences of the European Union (COMECE), Reinhard Cardinal Marx, on the Greek crisis. unknown‘Long days and nights of nerve-wrecking negotiations lie behind us. The Greek crisis of recent weeks has preoccupied not only our political leaders but also each and every European citizen, living with the uncertainty as to whether or not the crisis would end with a positive outcome. I would like to express my gratitude to all who have committed themselves to pursuing the European integration project. Despite the unfavourable portents, all parties involved – the officials of the European institutions, the heads of state and government in the Eurozone and the Finance ministers – have not abandoned the pursuit of a common European solution. It deserves to be recognised that this successful outcome is the work of specific individuals whose personal commitment merits acknowledgement. ...

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

ELEIÇÕES EUROPEIAS 09: Faz sentido votar nas Europeias?

Não é indiferente um ou outro candidato [ao Parlamento Europeu]. Eles têm de ser o reflexo de todos nós seja qual for o partido que lá os coloque. Sabe-se que são representantes de grupos políticos. Mas antes disso, dum país que é o nosso. O nosso passado e o nosso futuro são mais que um jogo partidário ou palavras que o vento leva. A isso não é alheio o conjunto de valores cristãos que tecem a nossa comunidade nacional.
António Rego
Agência Ecclesia

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

ELEIÇÕES EUROPEIAS 09: Responsabilidade dos cristãos no bem-estar social global

A Rede Fé e Justiça África Europa (AEFJN), que representa 30.000 religiosos e religiosas a actuar na Europa e em África, prepararam um guia para as eleições europeias do dia 7 de Junho. Neste guia aparece a visão cristã e missionária da política europeia e interpelações aos candidatos ao Parlamento Europeu em áreas sensíveis aos países africanos como: a ecologia, o comércio, os direitos humanos e a justiça, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, a cooperação e a paz.
Poderá encontrar este guia no blogue www.aefjnportugal.blogspot.com ou pedi-lo para aefjnportugal@gmail.com. [Disponível também aqui.]
Porque as decisões tomadas ao nível do Parlamento Europeu terão consequências globais e de modo especial nas populações mais vulneráveis ao livre comércio, participa activamente nestas eleições. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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ELEIÇÕES EUROPEIAS 09: Programas eleitorais dos Partidos

Conheça os Programas Eleitorais dos Partidos concorrentes às eleições europeias, no próximo dia 7 de Junho*:

- Bloco de Esquerda - B.E.
- CDU - Coligação Democrática Unitária - PCP-PEV
- Partido Social Democrata - PPD/PSD
- Partido da Terra - MPT
- Partido Popular Monárquico - PPM
- Movimento Esperança Portugal - MEP
- Partido Socialista - PS
- Partido Popular CDS-PP
- Partido Nacional Renovador - P.N.R.
- Movimento Mérito e Sociedade - MMS
- Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses - PCTP/MRPP
- Partido Operário de Unidade Socialista - POUS
- Partido Humanista - P.H.
* De acordo com a ordenação das candidaturas no boletim de voto (CNE)

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ELEIÇÕES EUROPEIAS 09: “Construir a casa Europa" - Bispos da UE deixam apelos para as Europeias

«Construir a casa Europa» é o título da declaração da Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE) para as próximas eleições europeias [4 a 7 de Junho], consideradas como “uma oportunidade para construir uma Europa melhor”.
O texto apela à participação de todos os cidadãos, lembrando as responsabilidades especiais dos cristãos, após 64 anos de desenvolvimento pacífico e 20 anos depois da queda da Cortina de Ferro. “Participando nas eleições para o Parlamento Europeu, todos os cidadãos têm a possibilidade de contribuir para o desenvolvimento e a melhoria da União Europeia”, afirma a COMECE.
A declaração lembra que a Igreja Católica manifestou “desde o início” o seu apoio ao projecto de integração europeia e continua a fazer o mesmo, ainda hoje. “Todos os cristãos têm não só o direito, mas também o dever de se comprometerem activamente neste projecto, exercendo o seu direito ao voto”, refere-se.
Por outro lado, é pedido ao Parlamento Europeu que defenda os princípios fundamentais “da dignidade humana e da promoção do bem comum”. Neste contexto, pede-se aos eurodeputados que tudo façam para “respeitar a vida humana, da concepção à morte natural”, “apoiar a família fundada no matrimónio”, “promover os direitos sociais dos trabalhadores” e “levar por diante uma governação financeira apoiada em valores éticos”. As mudanças climáticas, as relações da UE com os países em vias de desenvolvimento ou a promoção de uma política externa que promova a paz no mundo são outras preocupações apresentadas. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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terça-feira, 12 de maio de 2009

JUSTIÇA ECONÓMICA E SOCIAL: «Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)»

Atenta à actual conjuntura nacional e mundial, a Conferência Episcopal Portuguesa decidiu promover um Simpósio de interpelação da sociedade portuguesa, convocando todos os cidadãos para uma reflexão alargada e profunda sobre o futuro da solidariedade e o paradigma de desenvolvimento das sociedades hodiernas.
Enquadrado nas celebrações do Cinquentenário do Santuário de Cristo Rei (de Almada), e sob o título "Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)", o Simpósio terá lugar no dia 15 de Maio, no Centro de Congressos de Lisboa da AIP (antiga FIL), devendo a inscrição, gratuita, ser feita on-line (www.reinventarasolidariedade.org) ou via Tel./fax (21 885 54 98), e obrigatoriamente validada no dia do evento. (Mais ...)

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

CULTURA DA PAZ: Trabalho de voluntariado no currículo vitae em 2009

O trabalho voluntário vai integrar o novo modelo de currículo vitae na União Europeia, previsto para o início de 2009, para que o empregador avalie as características pessoais do candidato, segundo o Instituto Português da Juventude (IPJ), noticia a agência Lusa.
Na véspera do Dia Internacional do Voluntariado, o IPJ anunciou estar em estudo o novo modelo de currículo, que, além da experiência profissional e habilitações, vai ter uma área para inscrever experiências de voluntariado.
O novo figurino permitirá ao empregador avaliar características como «capacidade de entrega a uma causa, domínio de línguas (se fizer voluntariado no estrangeiro), dinâmica e mobilidade» do candidato ao posto de trabalho. (Mais ...)
IOL Diário

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

ECOLOGIA: Alterações climáticas pedem actuação ética

Os bispos da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia apelam aos cristão e às Igrejas que sejam exemplo na mudança de estilo de vida para combater as alterações climáticas. É este o principal apelo dado a conhecer, ontem, na apresentação do documento «Uma visão Cristã das Alterações Climáticas», da responsabilidade do grupo de especialistas constituído pela COMECE e partilhado pelo Comissário da União Europeia. O documento sublinha que o enorme desafio do clima é “dirigido a toda a humanidade” e lança um apelo a todos os líderes europeus para “basearem as suas políticas num pensamento ético, na justiça inter-geracional e na solidariedade para com os países do Sul”. Os especialistas apelam ainda às Igrejas e aos cristãos para serem exemplo na adopção de um estilo de vida baseado na moderação. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

DESARMAMENTO E DESMILITARIZAÇÃO: Verão de 2008 - As armas e a violência

O Observatório Permanente sobre a Produção, Comércio e Proliferação de Armas Ligeiras da Comissão Nacional Justiça e Paz, em reunião de 18 de Setembro de 2008, examinou os acontecimentos com relevância sobre a segurança interna dos últimos três meses e decidiu tornar público o resultado da sua reflexão. (Mais ...)
CNJP

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sábado, 2 de agosto de 2008

DIREITOS HUMANOS: Assembleia da República declara que a pobreza conduz à violação dos direitos humanos

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, na sequência da Resolução da Assembleia da República n.º 10/2008, de 19 de Março, sobre o «Acompanhamento da situação de pobreza em Portugal», declarar solenemente que a pobreza conduz à violação dos direitos humanos e recomendar ao Governo o seguinte:
1 — A definição de um limiar de pobreza em função do nível de rendimento nacional e das condições de vida padrão na nossa sociedade.
2 — A avaliação regular das políticas públicas de erradicação da pobreza.
3 — Que o limiar de pobreza estabelecido sirva de referência obrigatória à definição e à avaliação das políticas públicas de erradicação da pobreza.
Aprovada em 4 de Julho de 2008.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Resolução da Assembleia da República n.º 31/2008 (Recomenda a definição de um limiar de pobreza e a avaliação das políticas públicas destinadas à sua erradicação)

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

DESARMAMENTO E DESMILITARIZAÇÃO: CNJP toma posição em relação aos acontecimentos ocorridos na Quinta da Fonte

Tendo em conta os incidentes registados na Quinta da Fonte a 11 de Julho e as repercussões que tem tido na sociedade portuguesa, projectadas pela comunicação social, o Observatório sobre a Produção, o Comércio e a Proliferação das Armas Ligeiras da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), em reunião de 17 de Julho de 2008, decidiu tornar pública a sua tomada de posição sobre este tema. (Mais ...)
CNJP

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terça-feira, 17 de junho de 2008

COOPERAÇÃO INTER-RELIGIOSA PARA A PAZ: O contributo das religiões para a Paz

Nos próximos dias 23 e 24 de Junho vai realizar-se em Lisboa um colóquio internacional subordinado ao tema: "O contributo das religiões para a Paz", promovido pela Comissão da Liberdade Religiosa. As inscrições devem ser feitas até dia 19 de Junho, através do telefone da Comissão da Liberdade Religiosa: 213242343 ou e-mail: clr@clr.mj.pt. Entrada Livre. (Mais ...)

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

EUROPA: Bispos da Irlanda publicam mensagem sobre o referendo ao Tratado de Lisboa

Por ocasião do referendo sobre o Tratado de Lisboa, que se realiza na Irlanda no próximo dia 12 de Junho, os Bispos do país publicaram uma Carta Pastoral intitulada “Nutrir uma comunidade com valores”. A Irlanda é o único país da União Europeia que convocou um referendo sobre o Tratado. Na Carta, os Bispos dirigem um apelo a respeitar o direito de todas as pessoas de exercerem livremente o seu próprio voto. Ao mesmo tempo, pedem a todos os cidadãos que dediquem tempo e esforços para estudar e reflectir sobre o conteúdo do Tratado, e assim, poder exercer seu voto com responsabilidade. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

DIREITOS HUMANOS: Dia Europeu contra Pena de Morte aprovado por unanimidade

Os ministros da Justiça da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas, aprovaram por unanimidade a instituição do Dia Europeu contra a pena de morte, disse à Agência Lusa fonte da presidência portuguesa. A iniciativa havia sido bloqueada em Setembro pela Polónia, mas a mudança entretanto verificada no panorama político naquele país - com a eleição para primeiro-ministro de Donald Tusk, que sucedeu ao conservador Jaroslaw Kaczynski - permitiu agora o consenso entre os 27. (Mais ...)
Diário Digital

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