a OBSERVATÓRIO DA PAX

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Lançamento do Fórum de Jovens da Pax Christi Internacional


Durante o Encontro Mundial da Pax Christi International 2025, realizado em Florença de 5 a 9 de novembro, foi lançado oficialmente o Fórum dos Jovens Pax Christi. O Fórum é uma plataforma para jovens dos 18 aos 35 anos, que desejam comprometer-se, a partir de uma perspectiva centrada nos jovens, com a promoção dos valores e mensagens do Movimento.

Participantes de Inglaterra, França, Itália, Filipinas, Portugal, Coreia do Sul e Estados Unidos tiveram a oportunidade de se encontrarem pessoalmente pela primeira vez em Florença, por ocasião da celebração do 80º aniversário da Pax Christi Internacional. Este encontro permitiu-lhes reunir e trabalhar coletivamente na definição de objetivos comuns e de um compromisso conjunto, que foi oficialmente apresentado durante o evento de lançamento do Fórum dos Jovens.

"Estamos a lutar pelas gerações futuras, pela democracia, pelos direitos humanos e pela justiça", declararam os jovens participantes. "Defendemos um mundo onde os jovens possam crescer sem medo, onde cada voz conte e onde a compaixão supere a divisão. Fazemo-lo não porque seja fácil, mas porque é necessário. A paz não é apenas o nosso sonho: é o nosso dever partilhado para com as gerações futuras."

A partir de 2026, os jovens da Pax Christi procurarão promover uma mensagem global de Não-Violência Ativa, utilizando — e alargando ainda mais — a sua rede, comprometendo-se de forma concreta com a busca de valores universais para uma Paz Justa.

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Compromisso Florença 2025-2030 da Pax Christi Internacional: 80 anos a construir pontes para o futuro

 


Compromisso Florença 2025-2030 da Pax Christi Internacional

80 anos a construir pontes para o futuro

Florença, Itália, novembro de 2025

Onde começámos e onde estamos

Nascida no rescaldo da guerra e da divisão, a Pax Christi iniciou a sua peregrinação há oitenta anos com uma oração pela reconciliação e a convicção de que a paz era possível. Enraizado no Evangelho, alimentado pela Doutrina Social da Igreja Católica e moldado pela coragem de inúmeros construtores da paz ao longo de gerações, o nosso movimento cresceu e tornou-se uma comunidade global comprometida com o poder transformador da não-violência ativa e a paz justa.

Hoje, o nosso mundo está novamente ferido por conflitos violentos, medo e divisão. A violência armada marca todas as regiões, incluindo a Terra Santa, o Sudão e a Ucrânia. As tentativas de resolver crises com a violência multiplicam-se, enquanto a diplomacia e o diálogo recuam. Os valores democráticos estão enfraquecidos, as vozes da dissidência e da consciência enfrentam a intimidação e a repressão e, em algumas nações, os jovens enfrentam novamente o serviço militar obrigatório. O ódio é alimentado para ganhos políticos e a dignidade da vida humana é ameaçada por sistemas que privilegiam o poder, o lucro e a dominação.

A nossa casa comum sofre a violência da exploração e da poluição. A degradação climática intensifica o sofrimento e aprofunda a desigualdade. O deslocamento forçado está entre as consequências mais visíveis desta injustiça. Muitos migrantes e refugiados personificam uma resistência silenciosa e não-violenta, testemunho do anseio pela vida, pela dignidade e por um lugar ao qual pertencer. As economias extrativas, modelos energéticos destrutivos baseados em minerais “críticos”, também impulsionados pela indústria bélica, atingem com mais força os pobres, os povos indígenas, as mulheres e as jovens gerações. No entanto, no meio destas crises, a nossa vocação comum permanece inalterada: testemunhar o amor não-violento de Cristo e construir pontes para o amanhã.

Uma jornada moldada pela esperança

Ao longo de oito décadas, a Pax Christi International testemunhou que a paz floresce onde as relações são restauradas e onde os excluídos são ouvidos. Apoiamos comunidades afetadas por guerras, ocupações militares, racismo, extremismo religioso, destruição ecológica, injustiça e outras formas de violência. Ouvimos a sua sabedoria, partilhamos as suas esperanças e levamos as suas vozes ao mundo. Aprendemos que a paz justa nunca é imposta de cima para baixo, mas nasce da resiliência, da criatividade e da coragem daqueles cujas vidas são profundamente marcadas pela injustiça.

A nossa rede global, composta por leigos, religiosos consagrados, jovens líderes, clérigos e parceiros em todos os continentes, continua a ensinar-nos que a construção da paz é profundamente local e profundamente global. É espiritual e política, contemplativa e ativa, enraizada na vida e na missão de Jesus, o Construtor da Paz.

Focar o futuro com raízes profundas no nosso presente

O pontificado de Leão XIV marca uma nova era e um apelo a construir uma “paz desarmada e desarmante”. A Pax Christi, reunida em Florença, faz seu este apelo, oferecendo testemunhos vivos e alternativas não-violentas a uma cultura de guerra e de múltiplas formas de violência.

O nosso compromisso é traduzir este apelo, a uma “paz desarmada e desarmante”, em ações concretas para o desarmamento pessoal, familiar, coletivo, social e político, oferecendo respostas desarmadas e não-violentas à guerra e a múltiplas formas de violência, como a defesa civil desarmada, a objeção de consciência, a resistência civil, a proteção desarmada em zonas de conflito, a educação para a paz, a mediação, a diplomacia, o diálogo inter-religioso, a justiça restaurativa e o acompanhamento das ações não-violentas face à violência, à guerra e ao autoritarismo.

Reafirmamos o nosso compromisso com a paz justa e a não-violência ativa. Continuaremos a cultivar espaços de encontro, diálogo e cura, e a promover abordagens de segurança que priorizem a dignidade humana, o cuidado com a Criação, a participação equitativa e a proteção dos direitos humanos. A verdadeira segurança nasce da justiça, do Estado de Direito, da solidariedade entre os povos e da proteção e prosperidade da Criação.

Fortaleceremos o nosso compromisso teológico e pastoral com a não-violência evangélica através da Iniciativa Católica para a Não Violência e do Instituto Católico para a Não Violência, caminhando com a Igreja universal na sua busca por aprofundar a compreensão e o compromisso com a missão não-violenta de Jesus. Defenderemos a abolição das armas nucleares, consideradas imorais pelo Papa Francisco, e a regulamentação das armas autónomas, o desarmamento e a diplomacia da paz, bem como a proteção daqueles que defendem os direitos humanos e a Criação. Avaliaremos cuidadosamente o impacto das tecnologias emergentes, especialmente a Inteligência Artificial (IA), assegurando que respeitam a dignidade humana, a verdade e o bem comum.

A nossa ecoespiritualidade continuará a crescer como fonte de sabedoria e renovação. Inspirados pela Laudato Si’ e pela Laudate Deum, trabalharemos ao lado de comunidades que defendem a terra, a água e a vida, e promoveremos uma transição ecológica justa, fundamentada no cuidado, na reverência e na responsabilidade partilhada. O clamor da Terra e o clamor dos pobres permanecem indissociáveis no cerne da nossa missão.

Jovens a liderar a jornada

Neste ano de aniversário, reconhecemos com alegria a liderança dos jovens dentro da Pax Christi Internacional. Não são apenas herdeiros da nossa missão, são co-peregrinos, corresponsáveis pela construção da paz hoje. Através do Fórum de Jovens da Pax Christi Internacional, os jovens líderes de todas as regiões irão aprofundar a sua formação, moldar as nossas prioridades e amplificar a nossa mensagem nas escolas, universidades, comunidades religiosas, movimentos sociais e populares, espaços internacionais e outros grupos. A sua clareza moral, imaginação espiritual e compromisso com a não-violência dão uma nova vida e direção ao nosso movimento e são essenciais para construir pontes para o futuro.

Continuando a Peregrinação

Neste momento de incerteza global, recusamos o desespero. Inspirados pelo Ano Jubilar da Esperança, escolhemos a Esperança, não como um mero sentimento, mas como uma disciplina enraizada na fé e vivida em solidariedade. Continuaremos a construir pontes entre culturas e continentes, entre povos e nações, entre gerações e tradições. Cultivaremos parcerias com outras comunidades cristãs, com pessoas de todas as fés, não crentes e com todos aqueles que trabalham por um mundo onde cada pessoa possa viver com dignidade e paz.

Como movimento global, reafirmamos a nossa corresponsabilidade uns pelos outros e pela nossa missão. Aprofundaremos a nossa colaboração regional, reforçaremos a nossa base organizacional e investiremos nas capacidades necessárias para sustentar um testemunho visível, profético e eficaz no mundo.

Um compromisso renovado a sermos Artesãos da Paz Justa

Ao prosseguirmos a nossa jornada a partir de Florença, fazemo-lo na companhia daqueles que nos precederam e daqueles que nos seguirão. Com humildade, coragem e confiança no Deus da Paz e da Não-Violência, renovamos o nosso compromisso de sermos artesãos da paz justa, zeladores da Criação, companheiros dos vulneráveis e testemunhas ousadas da não-violência de Cristo. Inspirados também por Dilexi Te, afirmamos que o Amor é o fundamento da Paz, a medida pela qual a nossa Fé se torna credível e o nosso compromisso com a não-violência se mantém.

Que possamos permanecer fiéis às pontes que somos chamados a construir, entre comunidades, nações, povos e a Terra ferida que partilhamos.

«A paz que anunciais com a boca,
tende-a ainda mais copiosa nos vossos corações».

São Francisco de Assis (Legenda dos Três Companheiros, cap. 14)

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2017 | Os jovens e o Ecumenismo: o derrubar dos muros

Na força da juventude é possível ultrapassar grandes muros, ir mais além perante o aparentemente inultrapassável.

A vida tem muros: Uns pequenos, outros maiores, os internos e os externos e alguns que separam realidades, bem duras…

Mas ser jovem em Cristo implica uma atitude proactiva ao jeito de Jesus: positiva, determinada e empreendedora, que procura, com irreverencia caminhar, superar, ser mais, saindo do “sofá”, da zona de conforto, para construir algo de novo, com o espírito firmado no “amor de Cristo que nos move” 2 Cor 5, 14

Construir um muro implica técnica de junção de partes – pedras, tijolos, massas, entre outros materiais, com a finalidade de erguer algo que pode ser para separar, dividir e em alguns casos proteger, no entanto, mesmo os grandes os muros, devem permitir entrada e saída, para que haja liberdade, “a verdade vos libertará” Jo 8, 32.

Em Portugal, o movimento ecuménico, consubstanciado no desejo de Cristo, para que “todos sejam um para que o mundo creia” Jo 17,21, tem vindo a ganhar cada vez mais força junto dos jovens, muito por causa do FEJ – Fórum Ecuménico Jovem, que desde 1998, tem proporcionado em dezenas de cidades portuguesas, espaços de encontro/festa de jovens de diferentes Igrejas, bem como a necessária formação e aprendizagem ecuménica.

Tenho acompanhado a evolução do FEJ desde o seu início, há 18 anos, até os dias de hoje, como membro da equipa organizadora. Recordo a primeira reunião em Leiria. Participaram clérigos e jovens das Igrejas Católica Romana, Lusitana - Comunhão Anglicana, Metodista e Presbiteriana. Grandes pontes foram criadas que possibilitaram a milhares de jovens a experiência da unidade na diversidade, em que a diferença do Outro constitui uma riqueza e não propriamente um obstáculo, uma pedra!

Obviamente que ver no outro Irmão, que pertence a outra Igreja, um sinal da mesma Igreja de Cristo, requer uma abertura forte e ousada, uma identidade segura que permita ver para além do muro e ser capaz de derrubar e transformar as pedras da divisão em pedras que se juntam e formam verdadeiramente a Igreja Una de Cristo.

Por isso ser jovem é ser portador desta esperança que com a força que vem de Cristo é capaz de fazer “rolar a pedra” Lc 24,2 e inaugurar algo novo, porque viver uma fé “jovem” com Jesus permite “fazer novas todas as coisas” Ap. 21,5.

Reverendo Sérgio Alves
Presbítero da Igreja Lusitana – Comunhão Anglicana
Membro da Equipa Ecuménica Jovem

Departamento Nacional da Pastoral Juvenil | DNPJ

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Spirit of Sumud - Uma peregrinação à Palestina



Aquece o teu coração, refresca a tua alma e conhece novos amigos na Palestina.

O Arab Educational Institute (AEI), uma organização membro da Pax Christi Internacional, da Palestina, convida os jovens entre os 18 e os 30 anos a participarem numa peregrinação de jovens à Palestina. Esta peregrinação irá ajudá-los a descobrir a terra sagrada da Palestina - a sua cultura colorida, o espírito de sumud (resiliência), a dança dabkeh, e a diversidade ecológica. Os jovens irão ficar no Mosteiro Betharram no coração de Belém, junto com pessoas de todo o mundo.

Para mais informações ver folheto.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

Educar os jovens para a justiça e a paz, uma tarefa urgente

Entendendo a paz não só como a ausência de guerra ou de conflitos armados, mas sim e essencialmente, como um eixo dinâmico em torno do qual se desenvolvem e se criam formas de ser e de agir em todas as situações da vida pessoal e social conformes com os valores fundamentais de humanidade, como sejam a solidariedade, a justiça, a liberdade, a generosidade, etc., somos obrigados a reconhecer que, numa época em que a perda de referências e de valores sociais é uma realidade cada vez mais marcante para as gerações mais novas, se torna cada vez mais urgente no mundo de hoje pôr em prática uma Educação para a Paz autêntica que tenha por objectivo a aprendizagem destes valores.

Num contexto em que a falta de tempo para os filhos é patente, como poderão as crianças e jovens que crescem isolados, sujeitos ao stress e tensão que lhes transmitem os familiares, os educadores, os meios de comunicação social, acreditar e vivenciar a paz, o respeito pela dignidade da pessoa humana, o diálogo, a cooperação?

Educar para a Paz é uma tarefa que compete não só aos pais e professores, mas também às instituições sociais, às igrejas, aos meios de comunicação social e a toda a sociedade em geral. Caso contrário, caminharemos para uma situação incontrolável de intolerância, agressividade e individualismo que nos levará à auto-destruição.

Este “movimento” de Educação para a Paz e, consequentemente, de educação para os valores, não se pode, nos dias de hoje, circunscrever somente à educação das gerações mais novas.

Para podermos ser pedagogos da paz todos temos que fazer um esforço para, juntos, nos auto-educarmos para a paz, num processo que dura toda uma vida. Enquanto não formos todos capazes de Viver a Paz, não seremos capazes de a transmitir nem de fazer com que ela aconteça no mundo. Não seremos testemunhas autênticas e credíveis.

Temos, pois, que redescobrir o sentido de valores como a tolerância, a solidariedade, a justiça, o perdão, o respeito pelo ser humano. E esta descoberta é tanto mais urgente quanto, neste mundo complexo e globalizado em que vivemos, a interdependência entre os povos e a existência de pessoas de culturas e origens diferentes num mesmo espaço social se acentuam e se manifestam quotidianamente.

Educar para a paz é, em conclusão, uma forma de estar e uma atitude educativa que permite a aprendizagem da paz como sendo uma vivência e um direito fundamental para o ser humano.

A Pax Christi – Movimento Católico Internacional para a Paz, fundado em França em 1945 com o objectivo de encorajar a reconciliação e a paz no seio das nações feridas pela II Guerra Mundial –, entendendo a Educação para a Paz como essencial para a criação de uma Cultura de Paz e Não-violência, fez dela uma preocupação e uma vertente fundamental da sua missão. A oração, o estudo e a acção constituem os seus pilares.

Para este Dia Mundial da Paz, o Papa Bento XVI, escolhendo como tema “Educar os jovens para a justiça e a paz” , oferece-nos uma magnífica oportunidade para reflectirmos sobre como educar os jovens para a justiça e a paz; como despertar a sua imaginação, para lhes oferecer uma visão do mundo como ele poderia e deveria ser: uma comunidade na qual todos são tratados com justiça e misericórdia e na qual os carenciados e vulneráveis são colocados no centro.

A todos, homens e mulheres, que têm a peito a causa da paz, incumbe a tarefa de mostrar aos jovens que o caminho da violência não leva a lado nenhum e que há alternativas ao conflito, à guerra e à vida insustentável; de lhes abrir os olhos para os desafios do nosso mundo: as desigualdades surpreendentes em termos de riqueza, saúde, oportunidades de educação e expectativa de vida em todo o mundo, o sofrimento de tantos dos nossos irmãos e irmãs.

É fundamental e urgente testemunhar com credibilidade que todos, independentemente da idade, deficiência, origem étnica, religião ou crença, género e orientação sexual, fazem parte de uma única família humana, que deve crescer unida.

Margarida Saco, Vice-presidente da Pax Christi Portugal
Manuel Quintãos, Secretário-geral da Pax Christi Portugal

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Justiça e a Paz também se aprendem. Contributos para a Celebração do 45º Dia Mundial da Paz

No âmbito da celebração do 45º Dia Mundial da Paz, o Papa Bento XVI, na sua mensagem para este dia, convida-nos a reflectir sobre o tema “Educar os jovens para a justiça e a paz” e a prestarmos atenção ao mundo juvenil, a saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz.
A celebração deste Dia oferece-nos uma magnífica oportunidade para reflectirmos sobre como educar os jovens para a justiça e a paz; como despertar a sua imaginação, para lhes oferecer uma visão do mundo como ele poderia e deveria ser: uma única família humana, na qual todos, independentemente da idade, deficiência, origem étnica, religião ou crença, género e orientação sexual, são tratados com justiça e misericórdia.
Pretendendo contribuir para a celebração deste dia dedicado a esse bem e direito humano fundamental, que é a paz, dom de Deus e, ao mesmo tempo, um projecto a realizar, nunca totalmente cumprido, a Pax Christi Portugal produziu a brochura “A Justiça e a Paz também se aprendem. Contributos para a Celebração do 45º Dia Mundial da Paz. 1 de Janeiro 2012”. Dela fazem parte uma selecção de textos para ajudar a aprofundar a mensagem de Bento XVI; assim como sugestões para a liturgia do dia, actividades para assinalar o dia e usar o tema, ideias para trabalhar com crianças, bem como uma colectânea de orações.
Pode descarregar a brochura a partir do website da Pax Christi Portugal em http://www.paxchristiportugal.net. Está disponível em dois formatos para impressão: Livro dobrado ou A5 simples.

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segunda-feira, 10 de março de 2008

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Jogo didáctico denuncia injustiças sofridas pelos imigrantes

A organização Breakthrough, que se dedica à defesa dos direitos humanos, apresentou no início de Março um videojogo que reproduz a vida de cinco imigrantes nos Estados Unidos e com o qual pretende denunciar as injustiças políticas da imigração no país. O jogo ICED, que pode ser descarregado gratuitamente na Internet, leva os utilizadores a desempenhar o papel dos imigrantes nos Estados Unidos e enfrentar todas as situações que passam para ficar no país. Segundo Efe Malika Dutt, directora executiva da Breakthrough, este videojogo é a melhor maneira de vestir a pele de um imigrante e experimentar o que pode acontecer e imigrantes irregulares, estudantes ou residentes nos EUA. A partir do portal icedgame.com, os jogadores podem seleccionar o papel de um de cinco imigrantes, enfrentando uma série de provas concebidas a partir de situações reais. No desenvolvimento deste jogo, ao longo de dois anos, participaram estudantes do nível secundário de Nova Iorque, membros das comunidades imigrantes e advogados especializados em deportação, que contribuíram com histórias reais e ajudaram a criar um perfil autêntico para as personagens do jogo. (Mais ...)
ACIDI

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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Resistir à tentação da violência e do ódio

Bento XVI espera que os jovens migrantes sejam capazes de resistir, em todo o mundo, às tentações da violência e do ódio. Numa mensagem divulgada esta Quarta-feira, o Papa critica ainda aqueles que exploram e abusam destas pessoas. "Sede respeitadores das leis e nunca vos deixeis levar pelo ódio e pela violência", pede o Papa aos jovens na mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado, que será celebrado pela Igreja a 13 de Janeiro de 2008. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Concurso Europeu da Pax Christi 2008: Ecologia, Paz e Estilos de Vida

SE NÃO AGIRMOS , SERÁ DEMASIADO TARDE!

No mundo globalizado em que hoje vivemos, tudo está interligado! Também os nossos estilos de vida e comportamentos, individuais e familiares, e as escolhas que fazemos, ou deixamos de fazer, sobre alimentos, energia, comércio, transportes, etc., afectam a vida de outras pessoas em qualquer parte do mundo – sobretudo a dos mais pobres – e da própria Terra, nossa casa comum.
Tendo como uma das principais preocupações os problemas ecológicos e económicos enquanto factores de conflito (água, recursos energéticos, desflorestação…) e consciente de que só estilos de vida responsáveis e sustentáveis, que, em contraste com o domínio da lógica económica e do consumismo, “tenham como objectivo respeitar a criação e as reais exigências do desenvolvimento sustentável dos povos, levando em consideração o destino universal dos bens” (Bento XVI), nos permitirão alcançar um futuro sustentável, a secção portuguesa da Pax Christi, Movimento Católico Internacional para a Paz com mais de 100 organizações membros activas em todo o mundo, propõe um concurso para promover junto dos jovens a reflexão sobre a paz e ao mesmo tempo incentivar a sua criatividade sobre o tema “Ecologia, Paz e Estilos de Vida”.
Trata-se de um concurso europeu, organizado em parceria com as secções alemã, britânica, francesa, belga e italiana do movimento e destina-se a todos os jovens, entre os 15 e os 18 anos, que frequentam o ensino secundário público, privado e cooperativo. A partir da interpelação “Se não agirmos JÁ, será demasiado tarde!”, os jovens, em equipas de quatro, são convidados a criar, numa sequência com a duração máxima de 3 minutos (num clip de vídeo digital ou em PowerPoint), um «spot» de sensibilização para a necessidade de mudar estilos de vida e comportamentos que ponham em causa (1) a protecção e o respeito pela natureza e (2) o desenvolvimento e a partilha dos recursos do nosso planeta. Devem ter o apoio de um professor que esteja disponível para acompanhar a equipa vencedora na viagem. O prémio será uma viagem-encontro a Florença (Itália), com as equipas vencedoras dos países participantes: Alemanha, Reino Unido, França, Bélgica, Itália e Portugal.
Estamos perante um momento crítico na história da Terra – como adverte a Carta da Terra –, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro: ou nos comprometemos todos a cuidar da Terra e uns dos outros, ou pomos em risco a nossa existência e a da diversidade da vida!

Mais informações aqui!

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segunda-feira, 13 de agosto de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Concurso Europeu 2007 - "A União Europeia e a não discriminação"

"A União Europeia e a não discriminação" é o título de um concurso lançado no passado dia 30 de Julho de 2007, em pleno "Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos", por Franco Frattini, Vice-Presidente da Comissão Europeia responsável pela justiça, liberdade e segurança. Convidam-se as crianças e os adolescentes europeus, com idades entre 12 e 18 anos, a conceber um cartaz alusivo à não discriminação na UE. O concurso destina-se a sensibilizar estes jovens cidadãos europeus para as acções da UE neste domínio. A Oikos – Cooperação e Desenvolvimento será responsável pela logística do concurso em Portugal. (Mais ...)

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quinta-feira, 19 de julho de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Projecto “Troca de Brinquedos”

A Amnistia Internacional Portugal, no âmbito da campanha “Controlar as Armas”, vai lançar uma nova acção baseada num projecto piloto de activismo já desenvolvido pelas Secções do Paraguai, Peru e Chile: a Troca de brinquedos de guerra por outros didácticos. O principal objectivo deste projecto é a consciencialização das crianças dos 6 aos 12 anos para os perigos das armas no mundo. A acção será desenvolvida em duas fases. Uma primeira, durante as três primeiras semanas de Setembro, em parceria com as escolas, e uma segunda na rua, no dia 22 de Setembro, assinalando o facto de dia 21 ser o Dia Mundial da Paz e do Cessar-fogo. (Mais ...)

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sexta-feira, 1 de junho de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Crianças fazem marcha branca pela paz

Mais de duas centenas de crianças vão marchar em Leiria, a 8 de Junho, pela paz. A acção partiu do jardim-de-infância de Gândara dos Olivais que tem estado a trabalhar no projecto em parceria com escolas de Itália e Espanha, procurando incentivar a consciência cívica nas crianças sobre a paz. A este estabelecimento de ensino juntam-se outras escolas e juntos vão concentrar-se em frente à Câmara de Leiria para mostrar aos adultos o seu “empenho na paz”. (Mais ...)
Fátima Missionária

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sexta-feira, 25 de maio de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: ACIME lança o site juvenil www.entrekulturas.pt

Hoje, 25 de Maio, pelas 16 horas, na Casa da Cultura de Sacavém, decorrerá a apresentação pública do site www.entrekulturas.pt, na presença do Alto-Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas que trocará impressões via digital com crianças e jovens, em diferentes pontos do país. Em articulação com os Centros de Inclusão Digital – Cid@Net –, promovidos pelo Programa Escolhas, será possível a crianças e jovens de diferentes localidades seguirem on-line o lançamento do site e colocarem questões ao Alto-Comissário. Com esta iniciativa, inserida na Semana da Diversidade, o ACIME pretende promover e celebrar junto da sociedade de hoje e de amanhã, a diversidade como uma riqueza inesgotável da humanidade. (Mais ...)
ACIME

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segunda-feira, 2 de abril de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Unidade Didáctica "Sobre a Educação para a Cidadania"

O Seminario Galego de Educación para a Paz (SGEP) acaba de disponibilizar on-line a Unidade Didáctica "Sobre a Educación para a Cidadanía e os Dereitos Humanos". Esta Unidade, pensada especialmente para o professorado da Secundária, foi elaborada por Moisés Lozano e constitui a número 24 das publicadas polo SGEP. (Mais ...)

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sexta-feira, 23 de março de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Guião de Educação Ambiental – conhecer e preservar as florestas

A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) apresenta mais um guião pedagógico da colecção de Educação para a Cidadania, o “Guião de Educação Ambiental – conhecer e preservar as florestas”, que resulta de um trabalho em parceria com a Direcção Geral dos Recursos Florestais e se assume como um contributo temático para o domínio da educação ambiental. Contributo este que se cinge ao tema da floresta, sua protecção e conservação. Tal como as anteriores esta brochura dirige-se aos educadores e docentes, disponibilizando um conjunto de materiais pedagógicos de apoio à exploração desta temática em contexto escolar.
DGIDC

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quarta-feira, 21 de março de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Guião de Educação do Consumidor

O “Guião de Educação do Consumidor” pertence a uma colecção de guiões pedagógicos de apoio à Educação para a Cidadania e resulta de um trabalho com o Instituto do Consumidor e procura dar resposta às solicitações da sociedade de consumo e de comunicação em que vivemos. Com esta colecção, a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), tem como objectivo disponibilizar um conjunto de orientações e de materiais pedagógicos que apoiem, no âmbito da Educação para a Cidadania, os educadores e professores na leccionação e no desenvolvimento de actividades e projectos com os seus alunos.
DGIDC

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CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Guião de Educação para a Sustentabilidade - Carta da Terra

"Educação para a Sustentabilidade - Carta da Terra" é o primeiro de uma colecção de guiões pedagógicos de apoio à Educação para a Cidadania e resulta de um trabalho em parceria com a Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA). Este trabalho centra-se na exploração, em contexto escolar, da Carta da Terra – Valores e princípios para um futuro Sustentável. Com esta colecção, a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), no âmbito das suas atribuições relativas à componente pedagógica e didáctica do ensino básico e secundário tem como objectivo disponibilizar um conjunto de orientações e de materiais pedagógicos que apoiem, no âmbito da Educação para a Cidadania, os educadores e professores na leccionação e no desenvolvimento de actividades e projectos com os seus alunos.
DGIDC

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sexta-feira, 16 de março de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: A Violência na Escola - (Com)partilhar em sala de Aula

O Campus Universitário de Almada vai organizar, dias 29 e 30 de Março, o III Encontro de Educação da ESE Jean Piaget/Almada - A Violência na Escola – (Com)partilhar em sala de Aula. Esta iniciativa tem como objectivos reflectir sobre as formas de “violência” existentes nos diferentes contextos vivenciais das crianças e dos jovens de hoje; Apresentar experiências concretas de projectos de educadores, professores e equipas multidisciplinares, abordando a necessária articulação de profissionais e perspectivar modelos e/ou estratégias de actuação no sentido da prevenção da violência. Destina-se a Educadores, Professores e outros profissionais ligados à Educação. (Mais ...)

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quinta-feira, 1 de março de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Protecção de Menores de Caminha promove concursos

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Caminha (CPCJ) de Caminha lançou um concurso de modelagem e outro de banda desenhada, ambos subordinados ao tema “Os Direitos das Crianças”. Enquanto que o concurso de modelagem se dirige a todos os estabelecimentos de Ensino Pré-Escolar do concelho de Caminha, o concurso de banda desenhada destina-se a todas as escolas do 1.º, 2.º e 3.º ciclo e Secundário. Sensibilizar a comunidade para “Os Direitos das Crianças” e envolver a comunidade nas actividades são os propósitos de ambos os concursos. O concurso dirigido para os alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos e Secundário pretende, ainda, incentivar a expressão em banda desenhada.
Agência Ecclesia

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

CULTURA DA PAZ E JUVENTUDE: Equipa do Colégio Nossa Senhora da Graça de Milfontes vence o CONCURSO EUROPEU 2007

O júri do CONCURSO EUROPEU 2007: "A Paz também depende de ti!", reunido no passado Sábado, 24 de Fevereiro, deliberou atribuir o primeiro prémio ao trabalho "As duas vertentes", elaborado pela equipa constituída pela Inês Soares, Lénia Calado, Neide Sobral e Patrícia Cardoso, do Colégio Nossa Senhora da Graça de Vila Nova de Milfontes.
A equipa vencedora viajará até Bruxelas, de 22 a 26 de Março, onde se encontrará com as equipas vencedoras dos outros países participantes, tendo oportunidade para trocar experiências e conviver, para além de visitarem organizações locais que promovem a paz e a tolerância.

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