a OBSERVATÓRIO DA PAX

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Solidariedade inter-religiosa ao serviço do mundo ferido pelo Covid-19

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso (PCID) da Santa Sé publicaram o documento "Servir um mundo ferido em solidariedade inter-religiosa: Um apelo cristão à reflexão e ação durante o Covid-19 e no futuro".

Uma nota de imprensa, divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé, informa que o objetivo do CMI e do PCID é “encorajar” Igrejas e organizações cristãs a refletirem sobre “a importância da solidariedade inter-religiosa num mundo ferido pela pandemia Covid-19”. [...] Ler +

Fonte: Agência ECCLESIA

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Lista mundial da perseguição 2018: Mais de 215 milhões de cristãos perseguidos no mundo


Todos os anos, a organização cristã internacional Portas Abertas (Open Doors) divulga a Lista Mundial da Perseguição. Uma lista que consiste num ranking dos 50 países onde a perseguição aos cristãos está presente e afeta a vida daqueles que professam a fé em Jesus Cristo. O ranking tornou-se referência quando o assunto é a Igreja Perseguida ao redor do mundo.

A Lista analisa a vida privada e pública dos cristãos em dezenas de países. Através de pesquisas e cruzamento de dados, ela provê uma fotografia precisa das dificuldades que os cristãos enfrentam. Estima-se que hoje, mais de 215 milhões de cristãos são perseguidos ao redor do mundo por causa da fé.

Os relatórios da equipa de pesquisa da Lista constataram que a opressão vivida pelos cristãos está a crescer de uma forma geral, apesar das formas de perseguição variarem conforme cada região.

Navegue pelo mapa e aceda aos Perfis dos Países. Saiba mais sobre a realidade dos cristãos perseguidos, a história de cada país, igreja, como acontece a perseguição aos cristãos.

Baixe a Lista Mundial da Perseguição 2018 em formato PDF ou em formato JPG.

Portas Abertas

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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Festa de Santo Estêvâo, primeiro mártir: Oremos pelos cristãos perseguidos e oprimidos do nosso tempo, por causa da sua fé

A 26 de dezembro celebramos a festa de Santo Estêvâo, o primeiro mártir da Igreja.
Cerca do ano 36 da nossa era, com uma morte aceite com as mesmas disposições com que Jesus aceitou a Sua, Estêvão dava o supremo testemunho do Seu amor por Ele.
Façamos deste dia um Dia de Oração pelos cristãos perseguidos e oprimidos do nosso tempo, por causa da sua fé.




ORAÇÃO

Deus de bondade,
ao longo da história da Igreja
os cristãos foram perseguidos por causa da sua fé em Jesus.
Hoje, esta perseguição ganha proporções dramáticas e difíceis de entender
num mundo onde tanto se fala de tolerância e respeito pelas diferenças.
Ser discípulo de Cristo comporta sempre a cruz e a incompreensão,
mas há alturas em que este peso é quase insuportável.
Muitas vezes, são realidades distantes de nós, cultural e fisicamente,
as notícias chegam-nos de forma filtrada
e não temos consciência das situações terríveis
por que passam tantos irmãos e irmãs na fé.
Dá-lhes, Senhor,
a graça da fortaleza e da esperança,
e a nós, a graça de um coração inquieto,
que não se deixe acomodar e procure fazer algo por eles, com urgência.


O que posso/podemos fazer?
  • Dar a conhecer, junto de amigos e conhecidos, através das redes sociais, os aspetos da perseguição aos cristãos que são silenciados pela comunicação social.
  • Organizar, nas próprias comunidades, eventos de oração e sensibilização pelos cristãos perseguidos.
  • Enviar ajuda material para instituições que trabalham com estas situações de perseguição.
(https://clicktopray.org/pt/pope_prayers)


Mais informação sobre os cristãos perseguidos e oprimidos do nosso tempo, por causa da sua fé:

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Declaração final do sexto colóquio budista-cristão: Um decálogo para a não-violência

Um decálogo, para permitir que os seguidores de Buda e de Jesus Cristo percorram juntos a via da não-violência, foi assinado na conclusão do sexto colóquio budista-cristão, organizado em Taiwan pelo Pontifício conselho para o diálogo inter-religioso. O dicastério vaticano foi representado pelo cardeal presidente Jean-Louis Tauran, pelo bispo secretário Miguel Ángel Ayuso Guixot e pelo subsecretário monsenhor Indunil Kodithuwakku.

Mais de oitenta entre homens e mulheres de ambas as religiões, em representação de dezoito países, participaram nos três dias de trabalhos - de 13 a 15 de novembro no mosteiro budista de Ling Jiou - e na cerimónia de encerramento no Museu das religiões do mundo em Taipei, tornando pública uma declaração final. O documento frisou o precioso contributo oferecido para o melhoramento da compreensão e do conhecimento recíproco, e para o fortalecimento das relações e da cooperação orientadas a promover uma cultura da paz e da não-violência com base em valores partilhados. (...)

Encorajados pelo êxito positivo do colóquio, elaboraram uma espécie de plano de ação em dez pontos:
  1. Promover uma cultura da paz e da não-violência contra a cultura dominante da indiferença; 
  2. Frisar a importância de ouvir o grito das vítimas da violência nas suas múltiplas formas, até condenando as ameaças do nacionalismo desenfreado, do sexismo, do racismo e do fundamentalismo étnico, religioso e de casta; 
  3. Eliminar a pobreza, a injustiça, a desigualdade, a exploração e a discriminação; 
  4. Reconhecer o papel positivo dos meios de comunicação e combater o impacto negativo das notícias falsas (fake news); 
  5. Estimular ações concretas orientadas a recuperar as sociedades polarizadas, através da reconciliação e do perdão, e promover a igualdade e a dignidade das mulheres a fim de prevenir a violência e a discriminação em relação a elas, em particular o flagelo da violência doméstica; 
  6. Desenvolver relações seguras, estáveis e afetuosas a nível familiar e reafirmar a importância da educação; 
  7. Promover a hospitalidade reconhecendo que «nós e os outros partilhamos» uma humanidade comum apesar das diferenças; 
  8. Salvaguardar o meio ambiente evidenciando a interconexão e a interdependência de todas as formas de vida; 
  9. Promover a oração, o silêncio e a meditação para cultivar a liberdade interior, a pureza do coração, a compaixão, a cura e o dom de si como condições essenciais para a paz interior do indivíduo e a social; 
  10. Reconhecer o importante papel que organizações religiosas, pessoas de boa vontade, sociedade civil, organizações governamentais e centros de educação podem desempenhar ao favorecer o diálogo interconfessional e intercultural.
L'Osservatore Romano. Edição semanal em português. 23.11.2017

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Perseguidos e Esquecidos?: A opressão dos Cristãos entre 2015 e 2017



Perseguidos e esquecidos? analisa a opressão dos Cristãos entre meados de 2015 e meados de 2017, com foco em 13 países, essenciais para a compreensão das tendências da perseguição cristã hoje em dia. A investigação da Fundação AIS revelou provas de grave perseguição contra os Cristãos em termos de violação dos direitos humanos fundamentais, incluindo: violência, violação, detenção ilegal, julgamento injusto e impedimento de encontro religioso. Em termos do número de pessoas envolvidas, da gravidade dos crimes cometidos e do seu impacto, é evidente que a perseguição aos Cristãos é hoje mais grave do que em qualquer época da história. Não só são os Cristãos mais perseguidos do que qualquer outro grupo de fé, mas há cada vez mais cristãos a enfrentar as piores formas de perseguição. Na Síria e no Iraque, assistimos a um êxodo de cristãos da região associado não só ao conflito, mas também às acções de grupos extremistas.

Mas há sinais de esperança. Em muitos destes países, a Fundação AIS conseguiu apenas ter acesso a estas informações confidenciais por já estar a trabalhar com as Igrejas locais, fornecendo ajuda e assistência essenciais. No Iraque, a Fundação AIS está a ajudar as Igrejas a reconstruir bairros cristãos que foram destruídos e a ajudar os Cristãos a retomar a sua vida no Iraque. Como dizia o Pe. Werenfried, fundador da AIS, estamos a “ajudar a enxugar as lágrimas de Jesus abandonado nas cruzes deste século”. (Mais ...)

Fundação AIS


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domingo, 23 de abril de 2017

Cristãos e budistas: percorramos juntos o caminho da não-violência

«Cristãos e budistas: percorramos juntos o caminho da não-violência», eis o título da mensagem que o Pontifício conselho para o diálogo inter-religioso enviou aos budistas por ocasião da festa anual do Vesakh, durante a qual se comemoram os principais acontecimentos da vida de Buda. A festa do Vesakh/Hanamatsuri de 2017 celebra-se em datas diferentes, segundo as várias tradições; este ano será comemorada nos países da Ásia oriental no dia 3 de maio e na maioria das nações de cultura budista a 10 de maio. A seguir publicamos a tradução da citada mensagem.


Cristãos e budistas: percorramos juntos o caminho da não-violência

Prezados amigos budistas!

Em nome do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, transmitimos-vos as nossas mais amáveis saudações, bons votos e orações por ocasião do Vesakh. Que esta festa infunda alegria e paz em todos vós, nas vossas famílias, comunidades e nações.

Este ano queremos refletir convosco sobre a urgente necessidade de promover uma cultura de paz e de não-violência. A religião está na primeira página no nosso mundo, embora às vezes de maneiras opostas. Enquanto muitos crentes se comprometem a fomentar a paz, outros exploram a religião para justificar os seus gestos de violência e ódio. Vemos que às vítimas da violência oferecem cura e reconciliação, mas também tentativas de apagar qualquer vestígio e memória do «outro». Abre-se o caminho para a cooperação religiosa global, mas também se assiste à politização da religião; há uma consciência da pobreza endémica e da fome no mundo, e no entanto continua a deplorável corrida aos armamentos. Esta situação exige um apelo à não-violência, uma rejeição da violência em todas as suas formas.

Jesus Cristo e Buda promoveram a nãoviolência e foram construtores de paz. Como escreve o Papa Francisco: «O próprio Jesus viveu em tempos de violência. Ensinou que o verdadeiro campo de batalha, onde se defrontam a violência e a paz, é o coração humano: “Porque é do interior do coração dos homens que saem os maus pensamentos” (Mc 7,21)» (Mensagem para o Dia mundial da paz de 2017 «Não-violência: estilo de uma política para a paz», n. 3). O Pontífice ressalta também que «Jesus traçou o caminho da não-violência que Ele percorreu até ao fim, até à cruz, através da qual estabeleceu a paz e destruiu a inimizade (cf. Ef 2,14-16)» (ibidem). Por conseguinte, «hoje, ser verdadeiro discípulo de Jesus, significa aderir também à sua proposta de não-violência » (ibidem).

Caros amigos, o vosso fundador Buda anunciou inclusive uma mensagem de nãoviolência e paz, encorajando todos a «conquistar aquele que está irado sem se irar, o malvado com a bondade, o miserável com a generosidade, o mentiroso com a verdade» (Dhammapada, n. XVII, 3). Ele ensinou também que «a vitória gera inimizade, deixando os vencidos no sofrimento. Os pacíficos vivem em paz, transtornando tanto a vitória como a derrota» (ibid., XV, 5). Por isso, ele observou que a conquista de si mesmo vale mais do que a conquista do outro: «Não obstante possamos conquistar mil vezes mil homens em batalha, o vencedor mais nobre é, em última análise, aquele que se conquista a si mesmo» (ibid., VIII, 4).

Não obstante estes nobres ensinamentos, muitas das nossas sociedades devem fazer as contas com o impacto das feridas passadas e presentes, causadas pela violência e pelos conflitos. Isto inclui a violência doméstica, assim como a violência financeira, social, cultural, psicológica e contra o meio ambiente, que é a nossa casa comum. É triste que a violência gere outros males sociais; por isso, «a escolha da não-violência como estilo de vida torna-se cada vez mais uma exigência de responsabilidade a todos os níveis» (Discurso do Santo Padre Francisco por ocasião da apresentação das Cartas Credenciais de alguns embaixadores, 15 de dezembro de 2016).

Embora reconheçamos a unicidade das nossas duas religiões, em relação às quais permanecemos comprometidos, contudo concordamos que a violência brota do coração do homem, e que os males da pessoa causam males estruturais. Por isso, somos chamados a um empreendimento comum: estudar as causas da violência; ensinar os nossos respetivos seguidores a combater o mal nos seus corações; libertar do mal tanto as vítimas como aqueles que praticam a violência; formar os corações e as mentes de todos, especialmente das crianças; amar e viver em paz com todos e com o meio ambiente; ensinar que não existe paz sem justiça, nem verdadeira justiça sem perdão; convidar todos a colaborar para a prevenção dos conflitos na reconstrução das sociedades fragmentadas; encorajar os meios de comunicação social a evitar e combater discursos de ódio e relatórios de parte e provocatórios; fomentar as reformas no campo da educação, para prevenir a deturpação e a má interpretação da história e dos textos das Escrituras; e por fim rezar pela paz no mundo, percorrendo juntos o caminho da não-violência.

Estimados amigos, podemos dedicar-nos ativamente à promoção no seio das nossas famílias, assim como nas instituições sociais, políticas, civis e religiosas, um novo estilo de vida em que se rejeite a violência e se respeite a pessoa humana. É com este espírito que vos reiteramos os nossos votos de uma pacífica e alegre festa do Vesakh!

Cardeal Jean-Louis Tauran
Presidente

D. Miguel Ángel Ayuso Guixot, MCCJ
Secretário

L'Osservatore Romano

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domingo, 22 de janeiro de 2017

Liberdade religiosa não é apenas questão de minorias: O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa fala à Agência ECCLESIA

Em entrevista à Agência ECCLESIA o presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, José Vera Jardim, fala das prioridades deste organismo consultivo, do exemplo português na área do diálogo entre comunidades crentes e das questões ligadas à defesa do direito fundamental da liberdade de culto, assegurados em Portugal pela Lei da Liberdade Religiosa e a Concordata. (Mais...)

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

"Sob a espada de César": Documentário revela respostas dos cristãos à perseguição | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Quando um homem se fez explodir no interior de uma igreja copta no Cairo, durante a missa de domingo, matando 25 pessoas a 11 de dezembro, não só cometeu um ato repulsivo como acrescentou outro exemplo à tendência global dos últimos anos: a perseguição de cristãos.

Dentro de uma faixa geográfica que a escritora Eliza Griswold identificou como o paralelo 10, da Líbia à Indonésia, os cristãos sofrem morte, tortura, detenção ilegal, destruição da sua propriedade, pesadas discriminações e outras violações dos direitos humanos por causa da sua fé.

Esta tendência está bem documentada, e apesar de os principais meios de comunicação social e grupos de direitos humanos a terem menosprezado nos últimos anos, começam agora a dar-lhe mais atenção.

O que é menos conhecido é como os cristãos respondem à perseguição. Depois do atentado de dezembro no Cairo, o papa Francisco telefonou ao papa Tawadros II, da Igreja copta, para expressar solidariedade naquele que é conhecido como "ecumenismo de sangue", a partir do qual as Igrejas cristãs se aproximam pela partilha de experiências de martírio.

Onde há perseguição, os cristãos fogem, ocultam-se quando se juntam em oração, pegam em armas, promovem protestos não violentos, constroem relações com líderes de outras fés, estão nos tribunais e aceitam o martírio.

O projeto "Under Caesar's Sword" ("Sob a espada de César") é considerada a primeira investigação sistemática a nível mundial sobre as respostas dos cristãos à perseguição em mais de 25 países, reunindo para o efeito uma equipa de 15 estudiosos de renome que se dedicam ao estudo do cristianismo a nível global.

Depois da apresentação pública do relatório de trabalho, em Roma, em dezembro de 2015, o fruto mais recente da investigação é um penetrante documentário de 26 minutos, com o mesmo título do projeto.

Produzido por Jason Cohen, realizador nomeado para o Óscar, o filme foi rodado na Turquia e na Índia e contém extraordinários testemunhos de cristãos que foram acossados, que referem como responderam à perseguição.

Na Índia, os cristãos, que representam 2,3 por cento da população, sofreram às mãos dos extremistas hindus nos levantamentos de 2007-2008 em Kandhamal e responderam construindo pontes para hindus, muçulmanos e budistas, organizando iniciativas que promovessem a paz e invocando a Constituição da Índia, que assegura a liberdade religiosa.

Já na Turquia, os cristãos são menos do que dois por cento da população, tendo caído significativamente desde o estabelecimento da República, em 1923, por causa de morticínios, perseguições e imposição de leis discriminatórias. Também aqui os cristãos criaram ligações com a população e procuraram estabelecer a sua situação com cidadãos livres e iguais.

Em ambos os países o documentário mostra que as comunidades cristãs minoritárias enfrentam árduas batalhas para ganhar respeito pela sua liberdade, mas não perdem a esperança e são apoiadas pela sua fé.

"Sob a espada de César" inclui o testemunho de Paul Bathi, irmão de Shahbaz Bahatti, ministro federal do Paquistão para as Minorias, assassinado por militantes muçulmanos em março de 2011. Católico romano, Shahbaz aceitou o lugar no Governo como apelo à proteção dos marginalizados, em particular das suas religiões minoritárias.

Depois da morte de Shahbaz, Paul passou de uma atitude de amargura para a aceitação do cargo ocupado pelo irmão, na sequência de inúmeras manifestações de apoio, inclusive entre muçulmanos. Seguindo o exemplo da sua mãe, acabou por perdoar os homicidas.

O filme que apresentamos, em inglês, não está legendado, mas o seu visionamento constitui um convite à proximidade, na oração e noutros gestos concretos, com os cristãos perseguidos. A página do documentário inclui excertos de dois e sete minutos, bem como um guia com sugestões para discussão do tema em grupo.



Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

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terça-feira, 2 de outubro de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: O Papel das Religiões para o Mundo do Século XXI

Qual o papel das religiões no futuro do nosso mundo? O seu influxo é benéfico na construção da paz e do entendimento entre povos e culturas ou, pelo contrário, é de prever um avanço do fundamentalismo e da consequente insegurança e conflitualidade? Que podemos esperar do futuro? Estas são as questões sobre as quais o Ciclo de Conferências «Futuro Previsível - Futuro Desejável, O Papel das Religiões para o mundo do Século XXI», organizado pela SEDES e pela Universidade Católica Portuguesa, com início a 4 de Outubro, irá fomentar a reflexão. (Mais ...)
SEDES

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DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Religiões, Diversidade e Não-Discriminação

No próximo dia 19 de Outubro, no Auditório da Fundação Mário Soares, Lisboa, realizar-se-á um seminário sobre “Religiões, Diversidade e Não-Discriminação”. Esta iniciativa é promovida pela «Estrutura de Missão do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos - Por Uma Sociedade Justa – 2007» e integrada nas comemorações do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos. Programa disponível aqui.
Agência Ecclesia

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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Cristãos e Muçulmanos, chamados a promover uma cultura da paz

O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso enviou uma mensagem aos muçulmanos de todo o mundo, por ocasião do final do Ramadão (‘Id al-Fitr 1428 H./ 2007 A.D.), convidando à cooperação em favor de "uma cultura de paz", recusando a violência religiosa e o terrorismo. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Mil milhões de muçulmanos iniciaram Ramadão

Mais de mil milhões de muçulmanos já começaram o mês de jejum sagrado, Ramadão. A prática só é obrigatória para os adultos saudáveis. Cerca de 45 mil muçulmanos residentes em Portugal jejuam, a partir de hoje, 13 de Setembro desde o nascer do sol. No nono mês do calendário islâmico, o da revelação do Alcorão, as mesquitas registam uma maior afluência, referiu o Sheikh David Munir à agência Lusa. (Mais ...)

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segunda-feira, 6 de agosto de 2007

CULTURA DA PAZ: Bento XVI defende razão da paz e irracionalidade da violência

Bento XVI uniu-se a um encontro religioso pela paz, no Japão, em memória do bombardeamento atómico sobre Hiroshima, a 6 de Agosto de 1945. Numa mensagem por ocasião do 20° aniversário do I Encontro de Oração dos Líderes Religiosos no Monte Hiei, o Papa Bent recorda que "a paz é um dom de Deus e uma obrigação de cada indivíduo". Escrevendo que "a razão da paz supera a irracionalidade da violência", Bento XVI indica que "o pranto do mundo pela paz, protagonizado pelas famílias e comunidades no mundo inteiro, é ao mesmo tempo uma oração a Deus e um apelo a cada irmão e irmã de nossa família humana". A mensagem é dirigida ao líder do budismo Tendai, Kahjun Handa, por ocasião do encontro que aconteceu este fim-de-semana, na memória de Hiroshima. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quarta-feira, 23 de maio de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Bento XVI encoraja o compromisso de cristãos e muçulmanos pela justiça

A colaboração entre cristãos e muçulmanos na promoção da justiça e da paz é possível e, portanto, necessária, afirmou Bento XVI ao receber, na passada sexta-feira, os bispos da Conferência Episcopal do Mali, por ocasião da sua visita «ad limina apostolorum». (Mais ...)
ZENIT

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sexta-feira, 4 de maio de 2007

CULTURA DA PAZ: Publicada Lei Orgânica do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural

Nos termos do Decreto-Lei n. 167/2007, de 3 de Maio, o ACIME adquire novas competências, transformando-se num instituto público e passando a designar-se Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI). O ACIDI tem por missão, nos termos deste diploma, colaborar na definição, execução e avaliação das políticas públicas, transversais e sectoriais, relevantes para a integração social dos imigrantes e das minorias étnicas, bem como fomentar o diálogo entre as diversas religiões, culturas e etnias. (...) Junto do ACIDI, que é dirigido pelo Alto Comissário para a Imigração e o Diálogo Intercultural, funcionam o Conselho Consultivo para os Assuntos da Imigração e a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial. (Mais ...)
ACIME

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quinta-feira, 3 de maio de 2007

CULTURA DA PAZ: As religiões do mundo ao serviço da justiça e da paz

Mons. Francesco Follo, Observador Permanente da Santa Sé junto da UNESCO, interveio no passado dia 24 de Abril na 176ª sessão do Conselho Executivo desse organismo dedicada ao "Projecto de estratégia a médio prazo 2008-2013" que discute a importância do diálogo inter-confessional e inter-religioso para a promoção do respeito e do diálogo entre as culturas. Na sua relação, "O diálogo intercultural e inter-religioso é uma necessidade vital" - frase pronunciada por Bento XVI a 20 de Agosto de 2005 durante o seu encontro em Colónia com os representantes de diversas comunidades muçulmanas -, o prelado reafirmou que "apesar das culturas se caracterizarem por diversas interpretações da realidade, partilham em profundidade a experiência fundamental da condição humana, (...) o nascimento e a morte, o trabalho, a doença, a injustiça social, o meio ambiente, a salvaguarda do nosso planeta". (Mais ...)
Vatican Information Service

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quinta-feira, 26 de abril de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Santa Sé recorda a católicos e budistas o poder da educação para paz

Elemento fundamental para a paz no mundo, a educação deve ser apoiada por todos os sectores da sociedade, alerta o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso. Como todos os anos, o dicastério - presidido pelo cardeal Paul Poupard - enviou aos budistas uma mensagem de felicitações por ocasião da festa - que se celebra em diferentes países entre 2 e 31 de Maio - de Vesakh, a mais importante para os seguidores dessa religião. «Cristãos e budistas: educar as comunidades para viverem em harmonia e paz» é o título do texto no qual se afirma a necessidade de tantas pessoas no mundo de aprender sobre os outros e sobre as suas crenças, para superar preconceitos e incompreensões. (Mais ...)
ZENIT

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sexta-feira, 6 de abril de 2007

CULTURA DA PAZ: Ajudar os educadores a conhecerem melhor as religiões

Promovido pela Liga de Ensino e associações de educação popular francesa, o site "LAICITE LALIGUE" quer "fazer viver a laicidade". Apresentado ontem em Paris, junto da imprensa, os seus responsáveis preferem dar instrumentos e "respostas a tudo" que diga respeito à laicidade aos educadores, entendidos em sentido lato (o que inclui pais, professores, pessoal do Ministério da Educação, formadores, animadores e trabalhadores sociais), mais do que promover "a vida em conjunto", como adianta a AFP. No site é possível encontrar respostas concretas sobre as práticas religiosas, a alimentação, o calendário das festas religiosas e também as explicações e os argumentos para "promover a laicidade". Escrito em francês, o site é no entanto uma porta para conhecer mais dos crentes das diversas religiões.
Fátima Missionária

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segunda-feira, 2 de abril de 2007

DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Diálogo entre culturas e religiões não deve cair no sincretismo

No mundo globalizado, é decisivo o diálogo entre culturas e religiões mas esse diálogo não deve cair no sincretismo, que põe ao mesmo nível todo tipo de valores ou crenças, fundindo-os entre si. Palavras de Bento XVI à nova embaixadora da Ucrânia junto da Santa Sé, Tetiana Izhevska, declarando que desse diálogo depende a paz e o desenvolvimento duradouro. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quarta-feira, 28 de março de 2007

MÉDIO ORIENTE: Santa Sé convida religiões na Terra Santa a promoverem paz

As confissões religiosas presentes na Terra Santa devem ser decisivas para o relançamento das negociações de paz entre israelitas e palestinianos, considera a Santa Sé. Assim explicou o subsecretário para as Relações com os Estados, da Secretaria de Estado do Vaticano, Dom Pietro Parolin, ao intervir na Conferência internacional convocada em Roma entre 22 e 23 de março pelo Comité das Nações Unidas para o exercício dos direitos inalienáveis do povo palestiniano. (Mais ...)
ZENIT

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