a OBSERVATÓRIO DA PAX

domingo, 29 de janeiro de 2017

Pax Christi USA Deplores Trump’s Executive Orders

Pax Christi USA deplores the three executive orders President Trump has recently signed. One is in favor of resurrecting the Dakota Access pipeline, another in favor of the Keystone XL pipeline, and another for advancing the deportation of immigrants and the construction of a wall on the US southern border. The common thread of these orders is the blatant disregard for the will of the people, care of the earth, and personhood and struggles of the migrant.

Our hearts are with the Standing Rock nation and all indigenous people who have worked so hard to protect the water and the land from the Dakota Access pipeline. The will of the people was heard when it came to changing the route of this pipeline just a few months ago, and now the people are being overlooked in the interest of corporate growth. We believe in people over profit. We believe in the care of the earth over the desire for oil. Mark Charles, a Navajo man and activist said, “No matter how much money you have. No matter how powerful you are. No matter what alternative facts you quote. The truth of the matter is – You CANNOT drink oil.” In the end, travesties against the earth will affect us all – even those who make much profit off pillaging the earth.

Our hearts are with our immigrant brothers and sisters living in fear of deportation and separation from their families. No one flees their countries of origin on a whim. We honor the multiplicity of reasons people migrate to the United States, many of which are poverty, gang violence, and terror. People are not the enemy, but that is the myth we are being told by President Trump. Building a wall is the visual symbol of these political lies. We do not believe this story, and we will not support this wall.

We need a country where people feel safe, welcomed, and know the only prerequisite for their rights is being human. All human beings, regardless of skin color or country of origin, should be able to rely on having safe water, a safe family, and a clean earth. President Trump’s executive orders set us on an immoral course we cannot endorse. Pax Christi USA is committed to the vision of justice that Trumps hate and builds bridges instead of walls.

Peace of Christ,

Sr. Patricia Chappell
Executive Director

Pax Christi USA

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Declaração da Delegação Religiosa que visitou as Honduras

A Co-presidente da Pax Christi Internacional, Marie Dennis, participou numa delegação religiosa internacional que visitou as Honduras de 18 a 25 de Agosto. Faziam parte desta delegação representantes da Justice Team of the Sisters of Mercy of the Americas, do Maryknoll Office for Global Concerns e da Pax Christi Internacional.
A delegação teve encontros com muitos sectores da sociedade hondurenha que demonstraram uma enorme coragem e capacidade para organizar uma diversificada e forte resistência popular ao golpe de estado e subsequente repressão. A paz duradoura dependerá da capacidade de assegurar que os sectores pobres e marginalizados da sociedade são incluídos na vida económica e política do país. Esta delegação visitou Tgucigalpa, Progreso, San Pedro Sula, Santa Rosa de Copan e Santa Barbara.
A declaração final produzida após a visita está disponível em inglês em 2009-0628-en-am-HR e em espanhol em 2009-0628-en-am-HR.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2007

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Haiti deve comprometer-se num futuro de paz

O Haiti deve preservar os pequenos passos já dados e as conquistas no campo da segurança interna, para consolidar a lei, reformar o sistema judicial e lutar contra a corrupção. Só assim faz sentido o compromisso das Nações Unidas e da comunidade internacional com o pequeno e dilacerado país caribenho, depois de anos de uma violenta guerra civil. O alerta é de Ban Ki-moon, o secretário-geral das Nações Unidas, que parece querer deixar uma marca de paz no seu mandato, depois do feito histórico do envio de uma força de manutenção de paz para o Darfur, aprovado unanimemente pelo Conselho de Segurança. (Mais ...)
FÁTIMA MISSIONÁRIA

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quarta-feira, 25 de julho de 2007

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Consulta da Pax Christi para a América Latina e Caraíbas, Peru 2007

A 1ª Consulta Continental da Pax Christi na América Latina terá lugar em Chaclacayo, Peru, de 27 a 30 de Agosto. O objectivo deste encontro é a constituição de um espaço aberto e plural para discutir desafios à paz no continente, bem como explorar estratégias de construção da paz sob o ângulo abrangente oferecido pelo conceito de segurança humana. A Consulta irá também examinar as possibilidades da criação de novas parcerias regionais e da construção de pontes entre a diversidade de opiniões de igrejas, organizações laicais, movimentos de base e redes regionais. Esta Consulta irá reunir Organizações-Membros da região e Organizações-Membros do Norte que trabalham na região, bem como personalidades convidadas representativas de Organizações de todo o continente. Para mais informações contactar José Henriquez.

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sexta-feira, 4 de maio de 2007

DIREITOS HUMANOS: Amnistia Internacional denuncia ineficácia da luta contra a violência no Brasil

A Amnistia Internacional denunciou [no passado dia 2 de Maio] a ineficácia do Estado no combate à escalada de violência no Brasil. “As comunidades mais marginalizadas da cidade (do Rio de Janeiro) nunca estiveram tão expostas e abandonadas pelo Estado”, denunciou a Amnistia num relatório sobre os direitos do Homem e a pobreza no Brasil. (Mais ...)
PUBLICO.PT

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sexta-feira, 20 de abril de 2007

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Dados da CPT revelam que impunidade mantém violência no campo

A Comissão Pastoral da Terra, organização membro da Pax Christi Internacional, pelo vigésimo segundo ano consecutivo, publica o seu "Conflitos no Campo Brasil" que traz um pouco dos conflitos que aconteceram em todo o país no ano de 2006. Os dados dos conflitos e violências de 2006 reafirmam que permanecem intocados os alicerces da concentração da propriedade, a sua defesa como valor quase absoluto, a truculência dos que dela se apropriaram e, sobretudo, a impunidade. Os trabalhadores e trabalhadoras rurais continuam a ser reprimidos e a sofrer violências. Em 2006 houve um aumento de 176,92% das tentativas de assassinato em relação a 2005. Em 2006 registaram-se 72, enquanto no ano anterior foram 26. O número de prisões também sofreu um significativo aumento, de 261 trabalhadores presos em 2005 para 917 em 2006. Um crescimento de 251,34%. Houve também um crescimento de 2,63% no número de assassinatos. Em 2006, 39 pessoas foram assassinadas. Em 2005 foram 38. Registou-se uma diminuição de -10,54% no número de mortos em consequência dos conflitos. Foram 64 em 2005, e 57 em 2006. Também caiu o número de ameaçados de morte - 266 em 2005, 207 em 2006, -22,18% - e de torturados - 33 em 2005, 30 em 2006, - 9,09%. (Mais ...)
CPT

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sexta-feira, 13 de abril de 2007

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Conflitos no Campo Brasil 2006

Na próxima segunda-feira, 16 de Abril, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organização membro da Pax Christi Internacional, divulgará os dados dos conflitos e da violência presentes na obra Conflitos no Campo Brasil 2006, numa conferência de imprensa que se realizará na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em 2006 foram assassinadas 39 pessoas em conflitos pela terra. Ocorreu uma morte a mais do que em 2005. Serão apresentados, ainda, números de ameaçados de morte, tentativas de assassinatos, despejos judiciais e ocupações, entre outros. A publicação traz análises, a partir dos dados, feitas por intelectuais, pesquisadores e agentes da CPT. Entre os enfoques estão os conflitos gerados pela posse de territórios pertencentes às comunidades tradicionais, pela acelerada desflorestação da Amazónia, pelo acesso à água e os conflitos trabalhistas. A CPT faz o registo dos dados com o objectivo de denunciar a realidade no campo, que muitas vezes é maquilhada ou esquecida, sempre sob a perspectiva do protagonismo dos trabalhadores e trabalhadoras rurais. A partir do dia 16, todos os dados estarão disponíveis na página da CPT na Internet: http://www.cptnacional.org.br.

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quarta-feira, 4 de abril de 2007

JUSTIÇA ECONÓMICA: Diocese colombiana denuncia morte de crianças indígenas

O Secretariado de Pastoral Social da Diocese de Apartado, na Colômbia, denunciou a morte de doze crianças indígenas por causa da fome, problema que faz parte de uma "grave crise de saúde pública" que há vários anos afecta as populações indígenas do Baixo Atrato, devido à propagação da tuberculose. As crianças falecidas pertenciam às comunidades dos Emberá Chami. Além disso, outros sete menores foram hospitalizados pelo mesmo motivo. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quinta-feira, 1 de março de 2007

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Comissão Justiça e Paz do Brasil contra diminuição da idade penal

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), manifestou-se contra qualquer iniciativa que vise a diminuição da idade penal no país, pedindo às autoridades que actuem, antes, contra os factores que estão na origem dos crimes. "Pretender aumentar o período de prisão do adolescente infractor nos estabelecimentos sócio-educativos ou aumentar as penas dos imputáveis, em nada contribui para enfrentar a criminalidade neste contexto", afirma o organismo, em comunicado divulgado pela agência Zenit. (Mais ...)
Agência Ecclesia

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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

ECOLOGIA: Governo brasileiro alerta que sobre-aquecimento global terá efeitos devastadores na Amazónia

As alterações climáticas em curso terão graves consequências na Amazónia, onde as temperaturas poderão subir oito graus nos próximos cem anos, segundo um relatório publicado ontem pelo Ministério do Ambiente brasileiro. Até 2100, as temperaturas podem aumentar, em média, quatro graus no Brasil, segundo o estudo “Alterações climáticas mundiais e os efeitos na biodiversidade brasileira”, realizado pelo Instituto Nacional das Investigações Espaciais (INPE). (Mais ...)
PUBLICO.PT

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

SEGURANÇA: Governo norte-americano opõe-se a proibição de armas no Espaço

O Governo norte-americano opõe-se à proibição de armas no Espaço, por considerar que as infra-estruturas espaciais têm de ser defendidas de ataques de outros países mas não revela se tem planos para instalá-las. O sub-secretário de Estado norte-americano para o Controlo das Armas e Segurança, Robert Joseph, defendeu quarta-feira, num discurso em Washington, que "muitos países exploram e adquirem capacidade para ripostar, atacar e vencer os sistemas espaciais" dos Estados Unidos. (Mais ...)
RTP

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quinta-feira, 9 de novembro de 2006

AMÉRICAS E CARAÍBAS: Nações Unidas pedem o fim do embargo dos Estados Unidos a Cuba

A Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou ontem por uma esmagadora maioria uma resolução pedindo o levantamento do embargo económico imposto pelos Estados Unidos a Cuba. É a quinta vez desde 1992 que o fórum adopta um documento semelhante. O texto, aprovado por 183 votos a favor contra quatro, com uma abstenção, tem por título Necessidade do levantamento do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos Estados Unidos da América, cita a AFP. Nele, apela-se a todos os Estados que "se abstenham de promulgar ou aplicar" um tal embargo e aos que o aplicam que lhe ponham termo "conforme as obrigações que lhes impõe a Carta das Nações Unidas e o direito internacional que, nomeadamente, consagram a liberdade do comércio e navegação". Os quatro votos contra foram os dos Estados Unidos, Israel, Palau e Ilhas Marshall. A Micronésia absteve-se. (Mais ...)
PUBLICO.PT

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quarta-feira, 18 de outubro de 2006

DIREITOS HUMANOS: Nova lei americana permite métodos agressivos nos interrogatórios

O Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, assinou ontem uma lei que autoriza o recurso a "métodos agressivos" nos interrogatórios a suspeitos de terrorismo e que permite o seu julgamento por tribunais militares. Durante a cerimónia de assinatura da nova legislação, na Casa Branca, Bush rejeitou a ideia de que a nova lei vá permitir a tortura de suspeitos de actos de terrorismo, mas vários analistas acreditam que esse tipo de tratamento vai passar a fazer parte dos métodos de interrogatório da CIA. A nova lei concede ao Presidente o poder de interpretação das regras internacionais sobre o tratamento de prisioneiros, autoriza o julgamento de suspeitos de terrorismo em tribunais militares e não exige que qualquer deles seja defendido por um advogado. (Mais ...)
PUBLICO.PT

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