a OBSERVATÓRIO DA PAX

sábado, 19 de dezembro de 2015

ADVENTO 2015: 4º DOMINGO DO ADVENTO

1. Ambientação

Desde 1990 o mundo reduziu a pobreza para metade; no entanto 1 em cada 8 pessoas no mundo ainda sofre de fome. O número de crianças em idade escolar que não vai à escola desceu para quase metade entre 2000 e 2012; porém, 1 em cada 10 crianças continua a não entrar numa sala de aula. Morrem menos 17.000 crianças por dia; no entanto 6 milhões continuam a não chegar a celebrar o seu 5º aniversário.



2. Reflexão

É meu vivo desejo que o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. […].
Não podemos escapar às palavras do Senhor, com base nas quais seremos julgados: se demos de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede; se acolhemos o estrangeiro e vestimos quem está nu; se reservamos tempo para visitar quem está doente e preso (cf. Mt 25, 31-45). De igual modo ser-nos-á perguntado se ajudamos a tirar da dúvida, que faz cair no medo e muitas vezes é fonte de solidão; se fomos capazes de vencer a ignorância em que vivem milhões de pessoas, sobretudo as crianças desprovidas da ajuda necessária para se resgatarem da pobreza; se nos detivemos junto de quem está sozinho e aflito; se perdoamos a quem nos ofende e rejeitamos todas as formas de ressentimento e ódio que levam à violência; se tivemos paciência, a exemplo de Deus que é tão paciente connosco; enfim se, na oração, confiamos ao Senhor os nossos irmãos e irmãs.



3. Gesto de Paz

Acende-se a QUARTA VELA da Coroa do Advento.

Ao acendermos a quarta e última vela da Coroa do Advento, deixemo-nos interpelar pelas palavras de Jesus Cristo sobre quando formos julgados pelo amor com que amamos: «Saibam que todas as vezes que fizeram [deixaram de fazer] isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizeram [deixaram de fazer]» (Mt 25,40.45).

Neste 4º Domingo do Advento comprometo-me a _________________________


4. Oração

1. Senhor Jesus Cristo, que com a tua palavra, os teus gestos e toda a tua pessoa, revelas a misericórdia de Deus Pai, faz com que cada um de nós abra os seus olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade e nos sintamos desafiados a escutar o seu grito de ajuda, para que juntos possamos romper a barreira da indiferença que humilha e do cinismo que destrói.

Todos: Ámen


5. Bênção

1. Que neste Ano Jubilar da Misericórdia possamos experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.

1. O Senhor nos abençoe e nos guarde; faça resplandecer o seu rosto sobre nós e nos proteja; nos olhe com misericórdia e nos dê a paz.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.


In: Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015. Esta brochura está disponível online aqui

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sábado, 12 de dezembro de 2015

ADVENTO 2015: 3º DOMINGO DO ADVENTO

1. Ambientação

Só em 2014, 13,9 milhões de pessoas se somaram ao número de novos deslocados, resultante de perseguições, conflitos, violência generalizada ou violação dos direitos humanos – quatro vezes mais que em 2010. Em todo o mundo, foram contabilizados 19,5 milhões de refugiados, 38,2 milhões de deslocados dentro dos seus próprios países e 1,8 milhão de solicitantes de refúgio. Um dado alarmante: metade dos refugiados no mundo é formada por jovens e crianças menores de 18 anos.



2. Reflexão

Neste Ano Santo, poderemos fazer a experiência de abrir o coração àqueles que vivem nas mais variadas periferias existenciais, que muitas vezes o mundo contemporâneo cria de forma dramática. Quantas situações de precariedade e sofrimento presentes no mundo actual! Quantas feridas gravadas na carne de muitos que já não têm voz, porque o seu grito foi esmorecendo e se apagou por causa da indiferença dos povos ricos. […] Não nos deixemos cair na indife-rença que humilha, na habituação que anestesia o espírito e impede de desco-brir a novidade, no cinismo que destrói. Abramos os nossos olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade e sintamo-nos desafiados a escutar o seu grito de ajuda. As nossas mãos apertem as suas mãos e estreitemo-los a nós para que sintam o calor da nossa presença, da amizade e da fraternidade. Que o seu grito se torne o nosso e, juntos, possamos romper a barreira de indiferença que frequentemente reina soberana para esconder a hipocrisia e o egoísmo.



3. Gesto de Paz

Acende-se a TERCEIRA VELA da Coroa do Advento.

Ao acendermos a terceira vela da Coroa do Advento, deixemo-nos interpelar pelas palavras de Jesus Cristo, ditas aos seus discípulos depois de lhes lavar os pés: «Dei-vos o exemplo para que, assim como eu fiz, o façam também uns aos outros» (Jo 13,15).

Neste 3º Domingo do Advento comprometo-me a _________________________


4. Oração

1. Senhor Jesus Cristo, que com a tua palavra, os teus gestos e toda a tua pessoa, revelas a misericórdia de Deus Pai, faz com que cada um de nós abra os seus olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade e nos sintamos desafiados a escutar o seu grito de ajuda, para que juntos possamos romper a barreira da indiferença que humilha e do cinismo que destrói.

Todos: Ámen


5. Bênção

1. Que neste Ano Jubilar da Misericórdia possamos experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.

1. O Senhor nos abençoe e nos guarde; faça resplandecer o seu rosto sobre nós e nos proteja; nos olhe com misericórdia e nos dê a paz.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.


In: Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015. Esta brochura está disponível online aqui

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sábado, 5 de dezembro de 2015

ADVENTO 2015: 2º DOMINGO DO ADVENTO

1. Ambientação

Em 2013, 19,5% das pessoas residentes em Portugal estavam em risco de pobreza; destas, uma em cada cinco encontrava-se também em pobreza em pelo menos dois dos três anos anteriores. As crianças foram o grupo populacional onde o risco de pobreza foi mais elevado (25,6%). Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística para 2013, manteve-se o agravamento da taxa de intensidade da pobreza e uma forte desigualdade na distribuição dos rendimentos.



2. Reflexão

Na Sagrada Escritura […] a misericórdia é a palavra-chave para indicar o agir de Deus para connosco. Ele não Se limita a afirmar o seu amor, mas torna-o visível e palpável. Aliás, o amor nunca poderia ser uma palavra abstrata. Por sua pró-pria natureza, é vida concreta: intenções, atitudes, comportamentos que se verificam na atividade de todos os dias. A misericórdia de Deus é a sua respon-sabilidade por nós. Ele sente-Se responsável, isto é, deseja o nosso bem e quer ver-nos felizes, cheios de alegria e serenos. E, em sintonia com isto, se deve orientar o amor misericordioso dos cristãos. Tal como ama o Pai, assim também amam os filhos. Tal como Ele é misericordioso, assim somos chamados também nós a ser misericordiosos uns para com os outros. […]
Misericordiosos como o Pai é, pois, o «lema» do Ano Santo. Na misericórdia, temos a prova de como Deus ama. Ele dá tudo de Si mesmo, para sempre, gratuitamente e sem pedir nada em troca. Vem em nosso auxílio, quando O invocamos. […]. Ele vem para nos salvar da condição de fraqueza em que vi-vemos. E a ajuda d’Ele consiste em fazer-nos sentir a sua presença e proximi-dade. Dia após dia, tocados pela sua compaixão, podemos também nós tornar-nos compassivos para com todos.



3. Gesto de Paz

Acende-se a SEGUNDA VELA da Coroa do Advento.

Ao acendermos a segunda vela da Coroa do Advento, deixemo-nos interpelar pelas palavras de Jesus Cristo que declara: «Felizes os que usam de misericórdia para com os outros, porque Deus os tratará com misericórdia!» (Mt 5,7).

Neste 2º Domingo do Advento comprometo-me a _________________________


4. Oração

1. Senhor Jesus Cristo, que com a tua palavra, os teus gestos e toda a tua pessoa, revelas a misericórdia de Deus Pai, faz com que cada um de nós abra os seus olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade e nos sintamos desafiados a escutar o seu grito de ajuda, para que juntos possamos romper a barreira da indiferença que humilha e do cinismo que destrói.

Todos: Ámen


5. Bênção

1. Que neste Ano Jubilar da Misericórdia possamos experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.

1. O Senhor nos abençoe e nos guarde; faça resplandecer o seu rosto sobre nós e nos proteja; nos olhe com misericórdia e nos dê a paz.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.


In: Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015. Esta brochura está disponível online aqui

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domingo, 29 de novembro de 2015

ADVENTO 2015: 1º DOMINGO DO ADVENTO

1. Ambientação

Em 2012, o homicídio vitimou aproximadamente 475 mil pessoas em todo o mundo, o que resulta numa taxa total de 6,7 por cem mil pessoas. Os homens correspondem a 82% de todas as vítimas de homicídio, com taxas estimadas mais de quatro vezes as das mulheres – 10,8 e 2,5, respectivamente, por cem mil pessoas. Desse total, 60% eram homens entre os 15 e os 44 anos de idade. O assassinato de mulheres normalmente é praticado pelos seus parceiros, cerca de 38%. De cada dois homicídios, um é cometido com arma de fogo e um em cada quatro, com um objeto cortante, como uma faca.



2. Reflexão

A parábola [do «servo sem compaixão» (cf. Mt 18,23-35)] contém um ensinamento profundo para cada um de nós. Jesus declara que a misericórdia não é apenas o agir do Pai, mas torna-se o critério para individuar quem são os seus verdadeiros filhos. Em suma, somos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para connosco. O perdão das ofensas torna-se a expressão mais evidente do amor misericordioso e, para nós cristãos, é um imperativo de que não podemos prescindir. Tantas vezes, como parece difícil perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança são condições necessárias para se viver feliz. Acolhamos, pois, a exortação do Apóstolo: «Que o sol não se ponha sobre o vosso ressentimento» (Ef 4, 26). E sobretudo escutemos a palavra de Jesus que colocou a misericórdia como um ideal de vida e como critério de credibilidade para a nossa fé: «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt 5,7).



3. Gesto de Paz

Acende-se a PRIMEIRA VELA da Coroa do Advento.

Ao acendermos a primeira vela da Coroa do Advento, deixemo-nos interpelar pelas palavras que Jesus Cristo nos faz repetir quotidianamente quando recitamos a oração do Pai-nosso: «Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (cf. Mt 6,12).

Neste 1º Domingo do Advento comprometo-me a _________________________


4. Oração

1. Senhor Jesus Cristo, que com a tua palavra, os teus gestos e toda a tua pessoa, revelas a misericórdia de Deus Pai, faz com que cada um de nós abra os seus olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da própria dignidade e nos sintamos desafiados a escutar o seu grito de ajuda, para que juntos possamos romper a barreira da indiferença que humilha e do cinismo que destrói.

Todos: Ámen


5. Bênção

1. Que neste Ano Jubilar da Misericórdia possamos experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.

1. O Senhor nos abençoe e nos guarde; faça resplandecer o seu rosto sobre nós e nos proteja; nos olhe com misericórdia e nos dê a paz.

Todos: Bendito seja Deus pela sua eterna misericórdia.


In: Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015. Esta brochura está disponível online aqui

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ADVENTO 2015

Olha que eu estou a bater à tua porta (Ap 3,20)

2014: NOVO RECORDE NA DESLOCAÇÃO GLOBAL PROVOCADA POR GUERRAS, CONFLITOS E PERSEGUIÇÕES (ACNUR)*

O relatório Tendências Globais (ou Global Trends), do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) divulgado no dia 18 de junho de 2015, revela que no final de 2014, o número de pessoas forçadas a deixar as suas casas, por motivo de guerras, conflitos e perseguições, atingiu os 59,5 milhões de migrantes forçados, um número significativamente maior que os 51,2 milhões registados no final de 2013 e os 37,5 milhões verificados há uma década. O crescimento em 2013 (8,3 milhões de pessoas) é o maior de sempre registado num único ano. Um dado alarmante: metade dos refugiados no mundo é formada por jovens e crianças menores de 18 anos.
Esta tendência de crescimento tem-se acentuado, principalmente, a partir de 2011, quando se iniciou a guerra na Síria – e que se transformou no maior evento individual causador de deslocações no mundo. Em 2014, uma média de 42,5 mil pessoas por dia tornaram-se refugiadas, requerentes de proteção internacional ou deslocados internos – um crescimento que quadruplicou em apenas quatro anos. Em todo o mundo, 1 em cada 122 indivíduos é atualmente refugiado, deslocado interno ou requerente de asilo. Se fossem a população de um país, representariam a 24ª nação mais populosa do planeta.
O relatório do ACNUR mostra que as populações refugiadas e de deslocados internos cresceram em todas as regiões do mundo. Nos últimos cinco anos, ini-ciaram-se pelo menos 15 conflitos ou foram retomados: oito na África (Costa do Marfim, República Centro Africana, Líbia, Mali, nordeste da Nigéria, República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Burundi, este ano); três no Médio Oriente (Síria, Iraque e Iémen); um na Europa (Ucrânia); e três na Ásia (Quirguistão e em diferentes áreas de Mianmar e Paquistão).
Poucas dessas crises foram solucionadas e muitas continuam a gerar novas deslocações. Em 2014, apenas 126,8 mil refugiados conseguiram retornar para os seus países de origem – o menor número em 31 anos.


OS EMIGRANTES E REFUGIADOS INTERPELAM-NOS. A RESPOSTA DO EVANGELHO DA MISERICÓRDIA (PAPA FRANCISCO)**
A revelação bíblica encoraja a recepção do estrangeiro, motivando-a com a certeza de que, assim fazendo, abrem-se as portas a Deus e, no rosto do outro, manifestam-se os traços de Jesus Cristo. Muitas instituições, associações, mo-vimentos, grupos comprometidos, organismos diocesanos, nacionais e interna-cionais experimentam o encanto e a alegria da festa do encontro, do intercâm-bio e da solidariedade. Eles reconheceram a voz de Jesus Cristo: «Olha que Eu estou à porta e bato» (Ap 3,20). E todavia não cessam de multiplicar-se também os debates sobre as condições e os limites que se devem pôr à recepção, não só nas políticas dos Estados, mas também nalgumas comunidades paroquiais que veem ameaçada a tranquilidade tradicional.
Diante de tais questões, como pode a Igreja agir senão inspirando-se no exem-plo e nas palavras de Jesus Cristo? A resposta do Evangelho é a misericórdia.
Em primeiro lugar, esta é dom de Deus Pai revelado no Filho: de facto, a misericórdia recebida de Deus suscita sentimentos de jubilosa gratidão pela espe-rança que nos abriu o mistério da redenção no sangue de Cristo. Depois, a misericórdia alimenta e robustece a solidariedade para com o próximo, en-quanto exigência de resposta ao amor gratuito de Deus, que «foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5,5). Aliás, cada um de nós é responsável pelo seu vizinho: somos guardiões dos nossos irmãos e irmãs, onde quer que vivam. O cultivo de bons contactos pessoais e a capacidade de superar preconceitos e medos são ingredientes essenciais para se promover a cultura do encontro, onde cada um esteja disposto não só a dar, mas também a receber dos outros. De facto, a hospitalidade vive do dar e receber.

* http://refugiados.net/1cpr/www/global-trends31dez14.php.
** http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/migration/documents/papa-francesco_20150912_world-migrants-day-2016.html.


In: Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015. Esta brochura está disponível online aqui.

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Advent resource: Economy for our common home | Pax Christi

Advent resource: Economy for our common home | Pax Christi: Pax Christi International member organisation Maryknoll Office for Global Concerns, along with other members of the Faith-Economy-Ecology Working Group, has prepared an Advent guide, "Economy for our common home", based on Laudato Si'.

The four-page document includes reflections, action suggestions and prayers.

Download the PDF here.

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sábado, 21 de novembro de 2015

Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015

A partir de 8 de dezembro próximo até 20 de novembro de 2016 viveremos, em Igreja, o “Jubileu da Misericórdia”, com as indicações que o Papa Francisco nos deu na bula Misericordiae vultus (O rosto da misericórdia). Será, segundo o seu desejo, um tempo «em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai» (n. 3).

É, pois, sob o signo deste Ano Jubilar da Misericórdia, vivido à luz do tema Misericordiosos como o Pai, que propomos este itinerário para o Advento de 2015, tendo como ideia central a temática da Paz.

Da bula papal de proclamação do jubileu extraordinário da misericórdia foram retirados os textos para esta brochura que a Pax Christi Portugal, como vem sendo habitual, preparou para o tempo de Advento, com contributos para a sua celebração e vivência seja na paróquia, em família ou em grupo.

Neste tempo litúrgico em que, em expectativa vigilante, alimentada pela oração e pelo compromisso efectivo do serviço, nos preparamos para acolher Cristo, a «misericórdia feita carne» (n. 24), que vem, empenhemo-nos para nos tornarmos «apóstolos da misericórdia, através das obras, das palavras e da oração» (Papa Francisco), neste nosso mundo ferido pelo ódio, pela violência e pelo egoísmo, tanto individual como colectivo.

Sejamos misericordiosos... (cf. Lc 6,36). Contributos para a celebração do Advento 2015 está disponível para impressão em dois formatos: Livro dobrado ou em A5 simples.

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